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Temem que cães sejam culpados pela queda no número de terns pequenos

Queda de 50% no número de ternas pequenas em Seaton Carew, com 427 cães na zona de exclusão em maio e 93 infrações em um dia de junho, elevando o risco aos ninhos

Steve Lindsay
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  • As falcões-das-rochas (little terns) em Seaton Carew, perto de Hartlepool, tiveram queda de 50% no esseve, com 55 casais nidificando atualmente.
  • Esperava-se que houvesse até 110 casais na praia; a contagem de nidificação está abaixo do previsto.
  • Em maio, guardas voluntários registraram 427 casos de cães dentro da zona de exclusão; em um único dia de junho, foram 93 violações.
  • o guarda-cedo Derek Wood disse que o estresse adicional pode levar as aves a abandonar os ninhos e não retornar ao local.
  • A barreira protetora foi danificada por marés altas no início da temporada, mas já foi reparada e uma zona de exclusão externa foi estabelecida para evitar distúrbios.

O número de ostráceos-, na costa de Seaton Carew, próximo a Hartlepool, caiu 50% neste ano. A queda é associada ao aumento de cães entrando na zona de exclusão da colônia de areais onde as perninhas se aninham desde 2019. O alerta partiu do Tees Valley Wildlife Trust.

Atualmente há 55 pares de terns se reproduzindo na praia, segundo a ONG de proteção ambiental. Em maio, 427 ocorrências de cães dentro da área proibida foram registradas, e em um único dia de junho houve 93 violações. O warden da espécie, Derek Wood, teme que o estresse adicional leve as aves a abandonar os ninhos.

O estande de proteção ao redor da área de nidificação foi danificado pela subida das marés no início da temporada. A cerca protetora foi reparada e uma zona externa de exclusão de cães foi estabelecida para reduzir impactos aos terns. O pesquisador ressalta que chegadas já alarmadas de aves dificultam o retorno ao local.

Medidas adotadas e situação atual

A equipe de vigilância reforçou o monitoramento diário entre 14h e 20h, período de maior movimento de visitantes. A expectativa era de até 110 pares, mas o número atual indica menor ocupação. A situação de inundação inicial elevou o risco de distúrbios que podem afetar a postura.

Diante das dificuldades, a organização trabalha para manter a presença de barreiras e orientar visitantes. A situação continua sob acompanhamento, com foco em reduzir o estresse dos animais durante a temporada de nidificação que vai até agosto.

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