Miguel Fernandes Brandão, de 13 anos, faleceu em 9 de novembro de 2023, após complicações de uma infecção bacteriana, deixando seus pais, Genilva Fernandes e Fábio Luiz Brandão, devastados. O menino, que era filho único e sonhava em se tornar jogador de futebol, passou quase um mês internado no Hospital Brasília, no Distrito Federal. Os […]
Miguel Fernandes Brandão, de 13 anos, faleceu em 9 de novembro de 2023, após complicações de uma infecção bacteriana, deixando seus pais, Genilva Fernandes e Fábio Luiz Brandão, devastados. O menino, que era filho único e sonhava em se tornar jogador de futebol, passou quase um mês internado no Hospital Brasília, no Distrito Federal. Os pais denunciam negligência no atendimento, afirmando que a situação se agravou devido à falta de exames e à demora na internação.
Os problemas de saúde de Miguel começaram em 11 de outubro, com sintomas de rinite alérgica. Após uma série de consultas e diagnósticos imprecisos, ele foi internado em um quarto de adulto, mesmo apresentando sinais graves, como pele amarelada e fraqueza. Genilva relata que, apesar de suas insistências, os médicos não realizaram os exames necessários de imediato, levando a uma piora significativa no estado de saúde do filho.
Na UTI, Miguel sofreu três paradas cardíacas e foi diagnosticado com Streptococcus pyogenes apenas dias após sua internação. A infecção afetou gravemente seus órgãos, levando a complicações severas, incluindo necrose da pele. Genilva, que também foi internada com sintomas semelhantes, questiona a demora no diagnóstico e a falta de atenção às suas preocupações, sentindo que seu filho recebeu uma “morte assistida”.
O Hospital Brasília lamentou a morte de Miguel e afirmou que uma análise rigorosa do atendimento está em andamento. A instituição pediu desculpas pelas anotações inadequadas no prontuário médico, que descreveram Genilva como “ansiosa”. Em 30 de dezembro, a mãe registrou um boletim de ocorrência contra o hospital, buscando justiça e responsabilização pelos erros no atendimento ao filho.
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