O governo do Rio de Janeiro reabriu os acessos ao Cristo Redentor após uma vistoria de segurança realizada na manhã de hoje, por volta das 8h. A operação foi retomada com a presença de um posto médico e uma ambulância disponíveis durante todo o horário de visitação. A reabertura ocorre dois dias após a morte […]
O governo do Rio de Janeiro reabriu os acessos ao Cristo Redentor após uma vistoria de segurança realizada na manhã de hoje, por volta das 8h. A operação foi retomada com a presença de um posto médico e uma ambulância disponíveis durante todo o horário de visitação. A reabertura ocorre dois dias após a morte do turista Alex Duarte, de 54 anos, que passou mal em uma escadaria de acesso ao monumento, quando não havia socorristas no local.
A inspeção identificou problemas de acessibilidade e sinalização, levando as autoridades a discutirem a substituição das escadas rolantes. O secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, destacou que a segurança dos visitantes é prioridade e que melhorias, como a troca de extintores, estão sendo providenciadas. O Parque Nacional da Tijuca, onde o Cristo está localizado, também analisa projetos de melhorias para o local.
A visitação foi interrompida ontem após o Procon constatar falhas na prestação de serviços, resultando na interdição parcial da bilheteria de vans e trens. A enfermeira Melissa Schiwe, que estava presente durante o incidente, criticou a falta de atendimento médico, afirmando que teve que ensinar os funcionários a realizar compressão cardíaca. O ICMBio, responsável pelo Parque, informou que a manutenção do posto de primeiros socorros é de responsabilidade da empresa concessionária Trem do Corcovado.
O Trem do Corcovado afirmou que mantém um posto de enfermaria em funcionamento e que os profissionais são treinados para primeiros socorros. No entanto, em relação ao caso de Alex Duarte, a empresa alegou que, apesar do atendimento imediato, não houve possibilidade de salvamento. A administração do Santuário, que é responsável pelo monumento, criticou a falta de funcionamento do posto médico e os entraves burocráticos impostos pelo ICMBio, que têm atrasado projetos de melhorias, incluindo a instalação de uma ambulância de prontidão.
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