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Gaza revisa total de mortos; Israel intensifica ofensiva terrestre na região

- O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza corrigiu o número de mortos para 710. - Desde novembro, o total de mortos na região chega a quase 50 mil. - ONU pede investigação sobre morte de funcionário em ataque a prédio da entidade. - Protestos no Brasil refletem crise de combustível e aumento de preços. - Fed mantém juros inalterados e revisa projeções econômicas para 2025.

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza informou que houve um “erro técnico” em um boletim anterior que indicava a morte de 970 palestinos em 48 horas devido aos bombardeios israelenses. O porta-voz Khalil al-Daqran atualizou o número de mortos para 710, com cerca de 900 feridos, e alertou que os números podem aumentar, […]

O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza informou que houve um “erro técnico” em um boletim anterior que indicava a morte de 970 palestinos em 48 horas devido aos bombardeios israelenses. O porta-voz Khalil al-Daqran atualizou o número de mortos para 710, com cerca de 900 feridos, e alertou que os números podem aumentar, já que muitas pessoas ainda estão sob os escombros. Desde o início da atual ofensiva israelense em novembro de 2023, o total de mortos se aproxima de 50 mil, representando mais de 2% da população local.

A ofensiva foi desencadeada após uma incursão do Hamas que resultou em cerca de 1,2 mil mortos e a captura de 251 reféns em Israel. O secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu uma “investigação completa” sobre a morte de um funcionário da organização em um ataque a um prédio da ONU na Faixa de Gaza, ressaltando que a localização das instalações da ONU é conhecida e deve ser protegida pelas partes em conflito. Israel, por sua vez, nega qualquer responsabilidade pelo ataque.

Em outro contexto, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, sugeriu ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky que os Estados Unidos assumissem o controle das usinas nucleares da Ucrânia, afirmando que isso seria a melhor proteção para a infraestrutura energética do país. Zelensky não se manifestou publicamente sobre a proposta, mas aceitou a ideia de uma suspensão mútua de ataques à infraestrutura energética entre Ucrânia e Rússia, conforme discutido em uma conversa anterior entre Trump e Putin.

No Brasil, milhares de bolivianos protestaram contra a escassez de combustível e o aumento dos preços dos alimentos. As manifestações ocorreram em La Paz e El Alto, com a Defensoria do Povo afirmando que 60% dos postos de gasolina estão sem combustível. O governo de Luis Arce anunciou medidas como aulas remotas e redução do transporte público para enfrentar a crise cambial que o país enfrenta desde 2023.

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