O estado de São Paulo registrou 32 casos de febre amarela desde o início de 2024, resultando em 20 mortes. A Secretaria Estadual de Saúde intensificou as ações de vigilância e reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenção. É recomendado que pessoas que viajarão para áreas rurais e de mata se vacinem […]
O estado de São Paulo registrou 32 casos de febre amarela desde o início de 2024, resultando em 20 mortes. A Secretaria Estadual de Saúde intensificou as ações de vigilância e reforçou que a vacinação é a principal forma de prevenção. É recomendado que pessoas que viajarão para áreas rurais e de mata se vacinem até dez dias antes da viagem. A vacina está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do estado.
A cobertura vacinal contra a febre amarela em São Paulo era de 80% até outubro de 2024. Em fevereiro, com 12 mortes confirmadas, a secretaria destacou que apenas pessoas não vacinadas estavam entre as vítimas. Atualmente, a vacina é administrada em duas doses para crianças até cinco anos e em dose única para maiores de idade. Em 2024, o estado recebeu 1,2 milhão de doses para vacinação de rotina e 1,3 milhão para intensificação.
Dos 32 casos confirmados, dois foram classificados como “importados”. No ano anterior, apenas dois casos haviam sido registrados. A maioria das infecções ocorreu na região de Campinas, abrangendo municípios como Amparo, Socorro e Valinhos. Além disso, foram confirmados 47 casos de febre amarela em macacos, embora esses animais não transmitam a doença, que é passada por mosquitos silvestres infectados.
Os sintomas iniciais da febre amarela incluem febre súbita, calafrios, dor de cabeça intensa, dores no corpo, náuseas e fraqueza. A doença é viral e possui dois ciclos de transmissão: silvestre e urbano. Atualmente, o Brasil enfrenta apenas o ciclo silvestre, com os últimos casos urbanos registrados em 1942. A vacinação é essencial para evitar a propagação do vírus.
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