A atriz Lúcia Alves, famosa por suas atuações em novelas como “O Cravo e a Rosa” e “Ti Ti Ti”, foi internada em estado grave após ser diagnosticada com câncer de pâncreas. Essa doença é difícil de detectar e tem um alto índice de mortalidade, representando 1% dos casos de câncer no Brasil, mas causando 5% das mortes. O oncologista Dr. Ramon Andrade de Mello explicou que o câncer de pâncreas ocorre quando as células do órgão se multiplicam de forma desordenada, podendo formar tumores que se espalham. Fatores como obesidade, tabagismo e pancreatite crônica aumentam o risco da doença. Os sintomas incluem dor abdominal, perda de peso, icterícia e vômitos, e é importante ficar atento a esses sinais para um diagnóstico precoce. O diagnóstico é feito por tomografia e biópsia. O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia ou ambos, dependendo do caso. O prognóstico é geralmente reservado, especialmente em estágios avançados, com uma sobrevida média de seis a onze meses em casos metastáticos. Detectar a doença cedo e a possibilidade de cirurgia podem melhorar as chances de tratamento.
Atriz Lúcia Alves é internada com câncer de pâncreas. A artista, conhecida por novelas como “O Cravo e a Rosa” e “Ti Ti Ti”, está hospitalizada após diagnóstico da doença.
Câncer no pâncreas é agressivo e de difícil detecção. A enfermidade representa 1% dos casos de câncer no Brasil, mas é responsável por 5% das mortes, conforme dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).
O oncologista Ramon Andrade de Mello, do Centro Médico Paulista High Clinic Brazil e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia, explica que o câncer de pâncreas surge com a replicação desordenada de células no órgão. Essa replicação pode gerar um tumor com potencial de metástase.
Obesidade, tabagismo e pancreatite crônica são fatores de risco. O médico ressalta a importância do rastreio regular, principalmente para quem apresenta esses fatores. “O câncer de pâncreas é difícil de ser diagnosticado precocemente”, afirma.
Dor abdominal, perda de peso, icterícia e vômitos são sintomas comuns. Atenção a esses sinais pode ser crucial para um diagnóstico precoce. Segundo o especialista, esses sintomas podem indicar a presença da doença.
O diagnóstico é feito por tomografia, que identifica massas no pâncreas. Em alguns casos, a ressonância magnética também é utilizada. A confirmação ocorre por meio de biópsia, realizada por CPRE.
O tratamento varia conforme o paciente. A cirurgia é uma opção para casos operáveis. A quimioterapia pode ser indicada antes ou depois da cirurgia, ou como tratamento único em casos de metástase.
O prognóstico do câncer de pâncreas é reservado, especialmente em estágios avançados. A sobrevida média em casos metastáticos varia de seis a onze meses. A detecção precoce e a operabilidade podem melhorar o prognóstico.
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