Uma onça-pintada chamada Irapuã foi transferida para um centro de cuidados em Amparo, São Paulo, após ser capturada em Mato Grosso do Sul, onde a alimentação irregular de animais silvestres representou um risco. O governo de Mato Grosso do Sul, junto com o ICMBio e o Ibama, decidiu pela transferência. Irapuã, que estava abaixo do peso, ganhou 13 quilos desde a captura e agora pesa 107 kg. Ele ficará em um espaço de mais de 4.000 m², adaptado para simular o Pantanal, com uma lagoa para natação. O Instituto Ampara Animal, responsável pelo local, vai arrecadar R$ 230 mil para as adaptações. O veterinário que acompanhou a transferência disse que Irapuã está se adaptando bem e que o espaço não terá visitação pública para garantir o bem-estar dos animais. Irapuã se juntará a outras oito onças, cada uma em seu próprio recinto. Não há planos definidos para a conservação de Irapuã, que pode ter uma função ecológica no futuro, como a reprodução, já que a espécie está ameaçada de extinção. O veterinário destacou que onças-pintadas são animais solitários e se encontram apenas para acasalar, e o objetivo é manter Irapuã em um ambiente tranquilo e seguro, longe de humanos.
Uma onça-pintada, agora chamada Irapuã, foi transferida para um mantenedor de fauna em Amparo (SP) após ser capturada em Mato Grosso do Sul, onde a alimentação irregular de animais silvestres foi identificada como um fator de risco. O felino, que não poderá retornar à natureza, passou por exames no CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) em Campo Grande (MS).
A decisão de transferir Irapuã foi tomada pelo governo de Mato Grosso do Sul, em parceria com o ICMBio e o Ibama. O animal, que estava abaixo do peso, ganhou 13 quilos desde sua captura, totalizando 107 kg. Ele receberá cuidados em um recinto de mais de 4.000 m², que será adaptado para simular o ambiente do Pantanal, incluindo uma lagoa para natação.
Cuidados e Adaptação
O Instituto Ampara Animal, responsável pela nova casa de Irapuã, realizará uma campanha para arrecadar R$ 230 mil para as adaptações do espaço. Juliana Camargo, presidente da ONG, destacou que a alimentação irregular de animais silvestres pode fazer com que felinos percam o medo natural dos humanos, aumentando o risco de ataques. Ela enfatizou que ataques a humanos são raros no Brasil e não fazem parte do comportamento natural dos felinos.
O veterinário Jorge Salomão Júnior, que acompanhou a transferência, afirmou que Irapuã está se adaptando bem ao novo ambiente. O mantenedor de fauna não permite visitação pública, priorizando o bem-estar dos animais. Irapuã se juntará a outras oito onças no local, onde cada uma possui um recinto individual.
Futuro de Irapuã
Ainda não há um plano de conservação definido para Irapuã, que aguarda avaliações para uma possível função ecológica, como a reprodução da espécie, considerada criticamente ameaçada de extinção. O veterinário ressaltou que a onça-pintada é um animal solitário, que se encontra com outros apenas durante a cópula. O objetivo é garantir que Irapuã tenha um ambiente tranquilo e seguro, longe da interação humana.
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