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Rio de Janeiro registra mais duas mortes por febre oropouche e alerta para novos casos

Febre oropouche avança no Brasil com 10 mil casos e quatro mortes em 2025. Aumento de 56,4% em relação ao ano anterior gera alerta.

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O Brasil registrou mais duas mortes por febre oropouche, totalizando quatro óbitos em 2025. As vítimas são duas mulheres, de 34 e 23 anos, que apresentaram sintomas em março e não resistiram após serem internadas. O estado do Rio de Janeiro já confirmou 1.597 casos da doença, que é transmitida pelo mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim. O número de casos no Brasil ultrapassa 10 mil, com um aumento de 56,4% em relação ao ano anterior. A febre oropouche causa sintomas semelhantes aos da dengue, como febre, dor de cabeça e dores no corpo, e não há tratamento específico ou vacina disponível. As autoridades de saúde estão monitorando a situação e reforçando a importância de medidas preventivas, como evitar áreas com muitos mosquitos e manter a limpeza em locais que podem abrigar o vetor.

O estado do Rio de Janeiro confirmou mais duas mortes por febre oropouche, elevando o total de óbitos para quatro em 2025. As vítimas são duas mulheres, de 34 e 23 anos, residentes de Macaé e Paraty, respectivamente. Ambas apresentaram sintomas em março e faleceram após internação.

O Brasil já contabiliza mais de 10 mil casos da doença, com um aumento de 56,4% em relação ao ano anterior. A febre oropouche é transmitida pelo mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim, e os sintomas incluem febre, dor de cabeça e dores musculares.

Dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES) indicam que cinco municípios concentram 65% dos casos no estado: Macaé, Cachoeiras de Macacu, Angra dos Reis, Guapimirim e Porciúncula. O secretário municipal de Saúde do Rio, Daniel Soranz, destacou que a preocupação atual é com a gripe, mas alertou para o aumento de casos de febre oropouche.

O pesquisador Felipe Naveca, da Fiocruz, afirmou que a febre oropouche se reproduz melhor em áreas rurais, mas pode se tornar endêmica em áreas urbanas. O estado está intensificando a vigilância e a testagem para a doença, com protocolos atualizados desde o surgimento dos primeiros casos em 2024.

As autoridades de saúde recomendam medidas preventivas, como evitar áreas com alta infestação de mosquitos, usar roupas que cubram a pele e aplicar repelente. A febre oropouche, embora menos conhecida, apresenta sintomas semelhantes aos de outras arboviroses, como dengue e chikungunya, o que torna o diagnóstico mais desafiador.

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