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Vacinas contra malária falham no Brasil e especialistas buscam soluções eficazes

Sebastião Salgado, ícone da fotografia, morreu aos 81 anos por complicações de malária. O Brasil enfrenta desafios com o Plasmodium vivax, que representa mais de 82,5% dos casos da doença. Vacinas como Mosquirix e R21/Matrix-M não protegem contra esse parasita, levando ao desenvolvimento da Vivaxin, uma nova vacina em fase inicial de pesquisa. A colaboração entre a Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Tecnologia de Vacinas (CTAVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) busca uma solução eficaz. A malária, transmitida por mosquitos Anopheles, continua a ser uma preocupação, especialmente devido à possibilidade de recaídas causadas por hipnozoítos. A luta contra a malária é urgente e a pesquisa por vacinas específicas é essencial.

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Sebastião Salgado, famoso fotógrafo, faleceu aos 81 anos por complicações de malária. Essa doença, que afeta muitas pessoas no mundo, é especialmente comum no Brasil, onde o Plasmodium vivax é responsável pela maioria dos casos. Embora vacinas como Mosquirix e R21/Matrix-M tenham sido aprovadas, elas não protegem contra o Plasmodium vivax, que é o mais frequente no país. Por isso, uma nova vacina chamada Vivaxin está sendo desenvolvida em parceria entre a Universidade de São Paulo e a Universidade Federal de Minas Gerais. A vacina ainda não foi testada em humanos e precisa passar por várias fases de estudos antes de ser aprovada pela Anvisa. A malária é transmitida por mosquitos Anopheles e pode causar sintomas como febre e fadiga, além de recaídas devido a uma forma do parasita que pode ficar dormente no corpo. O desenvolvimento de vacinas específicas é importante para combater a malária no Brasil.

O fotógrafo Sebastião Salgado faleceu nesta sexta-feira, aos 81 anos, em decorrência de complicações causadas por uma infecção de malária. A doença, que afeta milhões ao redor do mundo, tem se mostrado um desafio significativo, especialmente no Brasil, onde o Plasmodium vivax é o responsável por mais de 82,5% dos casos.

Desde 2021, vacinas como Mosquirix e R21/Matrix-M foram aprovadas, mas não oferecem proteção contra o Plasmodium vivax, predominante no Brasil. Essas vacinas focam no Plasmodium falciparum, que, embora grave, não é o mais comum no país. A busca por uma vacina eficaz contra o Plasmodium vivax levou ao desenvolvimento da Vivaxin, uma nova vacina em fase inicial de pesquisa.

Desenvolvimento da Vacina Vivaxin

A Vivaxin é resultado de uma colaboração entre a Universidade de São Paulo (USP) e o Centro de Tecnologia de Vacinas (CTAVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). O pedido de patente já foi solicitado, mas a vacina ainda não passou pelos estudos clínicos em humanos, que são essenciais para avaliar sua segurança e eficácia. Esses estudos são divididos em três fases, e a aprovação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) só ocorrerá após a conclusão de todas as etapas.

A malária, transmitida por mosquitos Anopheles, apresenta sintomas como febre, calafrios e fadiga. Uma característica preocupante do Plasmodium vivax é a formação de hipnozoítos, que podem causar recaídas meses ou anos após a infecção inicial. A luta contra a malária continua, e o desenvolvimento de vacinas específicas é crucial para reduzir a incidência da doença no Brasil.

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