Cientistas ainda buscam a origem do vírus da COVID-19, com os cães-guaxinim (Nyctereutes procyonoides) como principais suspeitos. Esses animais estavam presentes no mercado onde os primeiros casos foram registrados. Apesar disso, o biólogo evolutivo Michael Worobey alerta que outros animais menos estudados também podem ser candidatos a hospedeiros virais. Após a administração Trump congelar pagamentos […]
Cientistas ainda buscam a origem do vírus da COVID-19, com os cães-guaxinim (Nyctereutes procyonoides) como principais suspeitos. Esses animais estavam presentes no mercado onde os primeiros casos foram registrados. Apesar disso, o biólogo evolutivo Michael Worobey alerta que outros animais menos estudados também podem ser candidatos a hospedeiros virais.
Após a administração Trump congelar pagamentos de subsídios federais, as reuniões de revisão de subsídios no Institutos Nacionais de Saúde dos EUA (NIH) permanecem suspensas. Um juiz havia suspendido a ordem, mas um “vácuo” no processo permitiu que a paralisação continuasse, levantando questões sobre a legalidade dessa abordagem.
Pesquisadores desenvolveram uma ferramenta de inteligência artificial (IA) capaz de diagnosticar diversas infecções e condições de saúde a partir de sequências genéticas de células imunes em amostras de sangue. Em um estudo com quase 600 pessoas, a ferramenta identificou condições como COVID-19 e diabetes tipo 1, podendo auxiliar em diagnósticos futuros.
Um novo modelo de IA, chamado Evo-2, foi apresentado, capaz de escrever cromossomos e pequenos genomas do zero. Treinado em 128 mil genomas, o modelo também interpreta variantes genéticas não codificantes associadas a doenças. Pesquisadores estão otimistas, mas aguardam testes adicionais para validar suas capacidades.
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