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Brasil realiza expedição pioneira ao oceano profundo em parceria com a Ocean Quest

- O Brasil realizará uma expedição científica inédita no mar profundo em 2025. - A pesquisa focará nas montanhas submarinas da Cadeia Vitória-Trindade. - A parceria é com a fundação saudita Ocean Quest e o INPO. - Equipamentos avançados são necessários, comparáveis à exploração espacial. - Um workshop internacional discutirá logística e conhecimento sobre o oceano profundo.

O Brasil está se preparando para uma expedição científica inédita no mar profundo, a 3 mil metros de profundidade, programada para o segundo semestre de 2024. Essa iniciativa é uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO) e a fundação saudita Ocean Quest. O foco da expedição será a pesquisa das montanhas submarinas […]

O Brasil está se preparando para uma expedição científica inédita no mar profundo, a 3 mil metros de profundidade, programada para o segundo semestre de 2024. Essa iniciativa é uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO) e a fundação saudita Ocean Quest. O foco da expedição será a pesquisa das montanhas submarinas da Cadeia Vitória-Trindade, uma área ainda pouco explorada.

De acordo com o diretor do INPO, Segen Estefen, existe uma lacuna no conhecimento sobre o oceano profundo globalmente, e essa expedição representa uma oportunidade para o Brasil se destacar na pesquisa oceânica. Estefen enfatiza que esse tipo de investigação requer equipamentos avançados e uma infraestrutura que ainda não está amplamente disponível para os pesquisadores brasileiros, comparando os custos da exploração oceânica aos da exploração espacial.

Para dar início ao projeto, será realizado o “Workshop Internacional sobre Pesquisa no Oceano Profundo” nesta segunda-feira, 17 de junho, em um hotel no Rio de Janeiro. O evento reunirá pesquisadores de diversas partes do mundo para discutir o conhecimento atual sobre o oceano profundo e a logística necessária para a expedição.

Essa expedição não só ampliará o conhecimento sobre o oceano profundo, mas também poderá posicionar o Brasil como um dos principais atores na pesquisa oceânica global, contribuindo para um entendimento mais profundo dos ecossistemas marinhos e suas dinâmicas.

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