Sara Sabry, a primeira mulher árabe e africana a viajar ao espaço, fez seu voo suborbital com a Blue Origin em 2022. Ela acredita que o turismo espacial pode trazer benefícios sociais e que a indústria espacial privada pode ajudar a tornar as viagens espaciais mais acessíveis. Apesar das críticas ao turismo espacial, Sara defende que, se as pessoas têm dinheiro para viajar, elas devem ter essa opção. Ela também destaca que essas experiências podem inspirar os viajantes a contribuir para causas sociais, como o combate à pobreza e às mudanças climáticas. Sara acredita que a iniciativa privada acelera o progresso na indústria espacial e que, assim como os voos comerciais de avião se tornaram mais baratos ao longo do tempo, as viagens espaciais também podem se tornar mais acessíveis. Ela menciona que, embora os líderes da indústria sejam frequentemente bilionários, isso não impede o avanço da diversidade e inclusão na ciência.
A engenheira egípcia Sara Sabry se destacou como a primeira mulher árabe e africana a viajar ao espaço em 2022, durante um voo suborbital da Blue Origin, empresa de Jeff Bezos. Ela foi escolhida entre quatro mil inscritos de um programa da Space for Humanity, que patrocina voos espaciais.
Sara Sabry, fundadora da Deep Space Initiative e da Strive, acredita que o turismo espacial pode trazer benefícios sociais. Apesar das críticas sobre o caráter turístico das viagens, ela defende que, se as pessoas podem pagar, não há problema em fazê-lo. “Viagens espaciais oferecem uma nova perspectiva sobre o mundo”, afirma.
A engenheira ressalta que os milionários que viajam ao espaço podem retornar e investir em causas sociais, como fundações que ajudem os mais pobres ou ONGs que combatam as mudanças climáticas. Ela vê a indústria espacial privada como um fator positivo para a democratização do acesso ao espaço, pois o progresso ocorre mais rapidamente no setor privado.
Sara também comenta sobre a evolução dos custos das viagens espaciais. “Assim como os voos de avião, que eram caros no início, as passagens espaciais também se tornarão mais acessíveis”, acredita. Ela menciona que a SpaceX revolucionou a indústria, tornando possíveis realizações que eram impensáveis há duas décadas.
Por fim, Sara Sabry discute a questão da diversidade na ciência, afirmando que a reputação negativa dos bilionários não deve ofuscar as inovações que eles promovem. “Os problemas de diversidade ocorrem em camadas, não apenas por causa da liderança masculina e bilionária”, conclui.
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