- A rede de pirataria de mangá Bato.to foi fechada após investigação coordenada entre editoras japonesas e autoridades chinesas, segundo a CODA.
- Um indivíduo foi preso no dia 19 de novembro sob suspeita de violação de direitos autorais e admitiu operar o Bato.to e cerca de 60 sites relacionados, como xbato.com e mangapark.io.
- O CODA aponta que os 60 sites somavam 350 milhões de visitas somente em maio de 2025.
- Durante os meses de pico, o Bato.to gerou mais de 400.000 yuan em receita com publicidade, aproximadamente $57.000.
- O operador do Bato.to foi liberado sob fiança e deve ser indiciado formalmente.
Uma das maiores redes de pirataria de mangás foi fechada após uma investigação coordenada entre editores japoneses e autoridades chinesas. A CODA informou a prisão de um suspeito em 19 de novembro por suposta violação de direitos do Bato.to, além de cerca de 60 sites vinculados.
O Bato.to, criado em 2014, era um dos nomes mais conhecidos de scanlation, reunindo mangá, manhwa e outras obras. Em maio de 2025, os 60 sites somaram 350 milhões de visitas, e o Bato.to teve receita publicitária superior a 400 mil yuan durante meses de pico.
O operador do Bato.to foi liberado sob fiança e deve enfrentar indiciamento formal. A investigação envolveu cooperação entre autoridades japonesas e chinesas para interromper o fluxo de conteúdos piratas de alto alcance.
Operação e alcance
A ação conjunta visou desarticular uma rede com atuação mundial, destacando a relação entre plataformas, anunciantes e usuários. Dados do CODA apontam o impacto expressivo do ecossistema de pirataria na distribuição de obras protegidas.
A operação evidencia o alinhamento entre editoras, instituições japonesas e autoridades chinesas na repressão a ilícitos de direitos autorais. Não foram divulgadas novas informações sobre pessoas adicionais ou eventuais desdobramentos legais.
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