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Apple premia estudantes brasileiros com aplicativos inovadores na WWDC 2025

Oito estudantes brasileiros serão premiados na WWDC da Apple por aplicativos inovadores em saúde, sustentabilidade e inclusão.

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A Apple vai premiar oito estudantes brasileiros na WWDC, que acontece em 9 de junho na Califórnia. Eles participaram do Swift Student Challenge, uma competição global de criação de aplicativos. Os vencedores vêm de várias cidades, como Rio de Janeiro, Recife, Manaus e São Paulo. Nina Guelman, do ensino fundamental, criou o jogo “Earthling”, que ensina sobre sustentabilidade em um cenário futurista. Letícia Lima de Souza desenvolveu o “PapCheck”, um app que ajuda mulheres a entenderem sua saúde reprodutiva. Marília Luz dos Santos fez o “Lila’s Street Soccer Guide”, um guia animado para incluir mais meninas no futebol. Felipe Mussi Ferreira Peixoto criou o “Braille with Zico”, que ensina braile com a ajuda de um cachorro mascote. Larissa Ayumi Okabayashi fez o “Yume’s Spellbook”, que apresenta modelos de linguagem de forma lúdica. Thiago Parisotto Dias desenvolveu o “Code the Beat”, que ensina programação através da música. Carolina Quiterio criou o “Ada’s Graph”, que usa um avatar para ensinar programação. João Pedro fez o “Fimbo Village”, um app que ensina teoria musical para crianças de forma divertida.

A Apple premiará oito estudantes brasileiros durante a WWDC (Worldwide Developers Conference) no dia nove de junho em Cupertino, na Califórnia. Os jovens foram reconhecidos no Swift Student Challenge, uma competição global que valoriza inovações em aplicativos.

Os vencedores vêm de diversas cidades, incluindo Rio de Janeiro, Recife, Manaus e São Paulo. Entre os premiados, Nina Guelman desenvolveu o aplicativo “Earthling”, que aborda a sustentabilidade em um jogo ambientado em Marte no ano de 2498. A proposta é conscientizar sobre ações que podem ser tomadas já em 2025 para mitigar os efeitos do aquecimento global.

Letícia Lima de Souza criou o “PapCheck”, um aplicativo focado na saúde reprodutiva feminina. O app apresenta um avatar que oferece dicas de saúde e ajuda a armazenar dados de exames. A estudante notou que muitas mulheres ao seu redor tinham inseguranças sobre seus corpos, o que dificultava a realização de exames de rotina.

Inovações em Inclusão e Educação

Marília Luz dos Santos, da Universidade Federal de Pernambuco, desenvolveu o “Lila’s Street Soccer Guide”, um guia animado que ensina as regras do futebol, promovendo a inclusão no esporte. Ela observou que sua iniciativa encorajou outras meninas a jogarem.

Felipe Mussi Ferreira Peixoto, do Rio de Janeiro, criou o “Braille with Zico”, um aplicativo que ensina braile com a ajuda de um mascote, um cachorro deficiente visual. Ele destaca a importância da tecnologia inclusiva para empoderar pessoas com deficiência.

Outros projetos incluem o “Yume’s Spellbook”, de Larissa Ayumi Okabayashi, que introduz modelos de linguagem de forma lúdica, e o “Code the Beat”, de Thiago Parisotto Dias, que ensina programação por meio da música. Carolina Quiterio desenvolveu o “Ada’s Graph”, que utiliza um avatar para ensinar programação, enquanto João Pedro criou o “Fimbo Village”, um aplicativo que ensina teoria musical para crianças de maneira interativa.

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