Dr. Florian Willet, um ativista a favor da eutanásia, morreu por suicídio assistido na Alemanha. Ele estava envolvido em um caso que resultou na morte de uma mulher que usou um dispositivo de suicídio na Suíça, onde a eutanásia é permitida em certas situações. Willet, que tinha 47 anos, foi preso e ficou em detenção por 70 dias enquanto a polícia investigava sua participação na morte da mulher, mas não foi acusado de crime. Após sua prisão, ele sofreu trauma psicológico e caiu de uma janela, precisando de cuidados psiquiátricos antes de sua morte em 5 de maio. O inventor do dispositivo, Philip Nitschke, afirmou que Willet enfrentou muito sofrimento nos últimos meses de sua vida. A organização que ele fundou para ajudar pessoas a usarem o dispositivo disse que a prisão o deixou “quebrado”.
Dr. Florian Willet, ativista pró-eutanásia, morreu por suicídio assistido na Alemanha, após enfrentar trauma psicológico decorrente de sua prisão. Ele estava presente quando uma mulher de 64 anos utilizou um dispositivo de suicídio na Suíça, onde a prática é legal em certas condições.
Willet, de 47 anos, foi detido por setenta dias enquanto as autoridades investigavam sua possível responsabilidade na morte da mulher. Ele não foi formalmente acusado de homicídio. O inventor do dispositivo, Philip Nitschke, afirmou que Willet “suportou mais do que qualquer homem deveria” durante seus últimos meses de vida.
Após a prisão, Willet caiu de uma janela do terceiro andar, necessitando de cirurgia e cuidados psiquiátricos. A organização que ele fundou, The Last Resort, declarou que a prisão o deixou “quebrado”. O dispositivo de suicídio, chamado Sarco, gera controvérsias, com defensores argumentando que oferece uma opção de morte assistida sem depender de medicamentos ou médicos.
Embora a eutanásia seja legal na Suíça, ela é estritamente regulamentada. Críticos do dispositivo temem que sua aparência moderna possa glamorizar o suicídio e que a operação sem supervisão médica seja preocupante. A prática de morte assistida é ilegal na maioria dos países europeus, mas muitos têm viajado à Suíça para esse fim. A promotoria suíça foi contatada para comentar o caso.
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