Após a morte do Papa Francisco, o Vaticano chamou a atenção por seu alto consumo de vinho, com uma média de 74 litros por pessoa a cada ano, tornando-se o maior consumidor per capita do mundo. Essa quantidade é impulsionada pela tradição religiosa que exige vinho litúrgico nas missas, que deve ser escuro, feito apenas de uvas maduras e sem aditivos, seguindo regras estabelecidas em 1438. O Vaticano recebe seu vinho da vinícola Heras Cordón, na Espanha, que é fornecedora oficial desde 2001, durante o papado de João Paulo II, e essa parceria foi mantida pelos papas Bento XVI e Francisco. O vinho é uma parte importante das celebrações religiosas, e o interesse nas práticas do Vaticano aumentou após a morte do Papa Francisco.
O Vaticano, após a morte do Papa Francisco, se tornou foco de atenção, especialmente em relação ao consumo de vinho. Com uma média de 74 litros por habitante anualmente, o Vaticano se destaca como o maior consumidor per capita do mundo.
Esse consumo elevado é impulsionado pela tradição religiosa, que exige que o vinho utilizado nas missas seja litúrgico. O vinho deve ser escuro, produzido apenas a partir de uvas maduras e sem aditivos, conforme as diretrizes do Concílio de Florença de mil quatrocentos e trinta e oito. O teor alcoólico não pode ultrapassar 18°.
A vinícola Heras Cordón, localizada na região de Rioja, na Espanha, é a fornecedora oficial do Vaticano. Essa parceria foi estabelecida durante o papado de João Paulo II em 2001 e foi renovada pelos papas Bento XVI e Francisco. A expectativa é que o próximo Papa mantenha essa tradição.
O vinho consumido no Vaticano não é apenas uma bebida, mas um elemento central nas celebrações litúrgicas. Com a morte do Papa Francisco, o interesse pelo que acontece na Santa Sé se intensificou, levando a uma maior curiosidade sobre suas práticas e tradições.
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