Jackson Arn, crítico de arte do The New Yorker desde 2023, foi demitido após reclamações de “aproximações inadequadas” durante a festa de 100 anos da revista, realizada no mês passado, conforme reportado pelo New York Times. Testemunhas do evento, que ocorreu no Jean’s, em Manhattan, relataram que Arn parecia “intoxicado” e se comportou de maneira […]
Jackson Arn, crítico de arte do The New Yorker desde 2023, foi demitido após reclamações de “aproximações inadequadas” durante a festa de 100 anos da revista, realizada no mês passado, conforme reportado pelo New York Times. Testemunhas do evento, que ocorreu no Jean’s, em Manhattan, relataram que Arn parecia “intoxicado” e se comportou de maneira indecorosa com alguns convidados. Entre os presentes estavam figuras proeminentes da literatura e do jornalismo, como a ex-editora Tina Brown e o cartunista Art Spiegelman.
Antes de sua passagem pelo New Yorker, Arn escreveu para publicações como Art in America, Artforum, The Nation e New Statesman. Ele assumiu o cargo de crítico de arte após a morte de Peter Schjeldahl, que atuou na revista de 1998 até 2022. Durante seu tempo no New Yorker, Arn abordou uma ampla gama de temas no mundo da arte, desde convenções de tatuagem até esculturas de Brancusi, além de escrever resenhas sobre artistas renomados e comentar sobre a estética de filmes cult.
Arn não se manifestou sobre sua demissão, e um porta-voz da Condé Nast não respondeu imediatamente ao pedido de comentário. A situação levanta questões sobre o comportamento em eventos sociais e as expectativas em torno de figuras públicas no meio artístico e jornalístico.
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