Em fevereiro de 2022, um homem fez reféns em uma loja da Apple em Amsterdã e pediu 200 milhões de euros em criptomoedas. Esse evento inspirou o filme “iHostage”, que se tornou popular na Netflix Brasil. O sequestro durou cerca de cinco horas e foi resumido em 90 minutos no filme, que, apesar de ter personagens fictícios, seguiu a história real. O sequestrador, Abdel Rahman Akkad, morreu ao tentar fugir. A polícia investigou sua vida, mas não conseguiu entender suas motivações, embora tenha descoberto que ele tinha problemas mentais e dificuldades financeiras. Alex Manuputty, um dos reféns, ajudou a esconder outros clientes durante a invasão e, após o trauma, co-autografou um livro sobre o sequestro. Ele deixou a Apple em 2024 e ainda enfrenta traumas como claustrofobia e gagueira. A maioria dos outros reféns optou por não se expor, mas todos foram condecorados pela cidade de Amsterdã.
Filme “iHostage” retrata sequestro em loja da Apple em Amsterdã
Em fevereiro de 2022, uma loja da Apple em Amsterdã foi palco de um sequestro que chocou a cidade. Um homem invadiu o local, fez reféns e exigiu 200 milhões de euros em criptomoedas. O evento inspirou o filme “iHostage”, que se tornou um dos mais vistos na Netflix Brasil.
O sequestro e a inspiração para o filme
O sequestro durou cerca de cinco horas e foi resumido em 90 minutos no filme. O diretor Bobby Boermans tomou liberdades poéticas com os personagens, mas se manteve fiel aos fatos. O sequestrador, Abdel Rahman Akkad, morreu após ser atropelado enquanto fugia.
Investigações não esclareceram motivações
A polícia investigou a vida de Akkad, sua família e seus conhecidos, mas não conseguiu determinar suas motivações. Descobriu-se que ele sofria de problemas mentais e tinha histórico criminal, incluindo porte ilegal de arma. Dificuldades financeiras também foram identificadas.
Reféns e suas histórias
Ilian Petrov, interpretado no filme como Alex Manuputty, foi o principal refém. Ele preferiu manter-se distante da mídia após o trauma. Manuputty, funcionário da Apple, ajudou a esconder outros clientes em um depósito durante a invasão.
Traumas e legado do evento
Alex Manuputty, que co-assinou o livro “330 Minutes” sobre o sequestro, deixou a Apple em 2024 e ainda lida com traumas como claustrofobia e gagueira. A maioria dos outros reféns preferiu não se expor publicamente. A cidade de Amsterdã condecorou os cinco reféns envolvidos.
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