Recentemente, a discussão sobre a proteção de pessoas trans aumentou nos Estados Unidos, especialmente após novas políticas do governo e ataques a figuras públicas como Hunter Schafer e Erika Hilton. Ambas enfrentaram mudanças em seus documentos que alteraram seus gêneros para masculino, o que gerou apoio nas redes sociais. Em meio a isso, a camiseta “Protect the dolls”, criada pelo designer Conner Ives, se tornou um símbolo de apoio à comunidade trans, arrecadando 252 mil dólares e sendo usada por celebridades como Pedro Pascal. Ives apresentou a camiseta na Semana de Moda de Londres, e parte do dinheiro das vendas, que custam 75 libras, vai para organizações que ajudam pessoas trans. O design simples da camiseta carrega uma mensagem forte de empatia e resistência em tempos difíceis, mostrando que a moda pode ser uma forma de apoio a causas sociais.
Nas últimas semanas, o aumento da transfobia, impulsionado por novas políticas do governo dos Estados Unidos, reacendeu o debate sobre a proteção de corpos trans. Ataques a figuras públicas, como a atriz Hunter Schafer e a deputada federal Erika Hilton, intensificaram essa discussão. Ambas tiveram seus gêneros alterados para masculino em passaportes, gerando uma onda de solidariedade nas redes sociais.
A camiseta “Protect the dolls”, criada pelo designer Conner Ives, emergiu como um símbolo de apoio à comunidade trans. Com a frase que se traduz como “protejam as bonecas”, a peça se tornou um grito coletivo em defesa de mulheres trans e travestis. Desde seu lançamento, a camiseta arrecadou US$ 252 mil e foi usada por celebridades, incluindo Pedro Pascal, que a vestiu na estreia de “Thunderbolts” na Inglaterra.
Ives apresentou a camiseta pela primeira vez em seu desfile na Semana de Moda de Londres, em fevereiro. Parte dos lucros, com preço de £75 (cerca de R$ 570), é destinada a organizações que atuam na proteção de pessoas trans. O estilista destacou que todas as peças foram compradas por celebridades, sem envio gratuito.
A simplicidade do design contrasta com seu impacto significativo. Vestir uma mensagem de empatia se torna um ato de resistência em tempos de ódio. A moda já se posicionou em questões sociais antes, como no desfile da Chanel sobre direitos das mulheres em 2014, mostrando que a indústria pode ser uma plataforma de apoio e visibilidade.
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