A TV Globo, que completou 60 anos, está enfrentando uma queda na audiência de suas novelas. O remake de “Vale Tudo” teve apenas 22 pontos em São Paulo, enquanto outras novelas como “Mania de Você” e “Renascer” tiveram 21,5 e 25,7 pontos, respectivamente. Mauro Alencar, especialista em teledramaturgia, afirma que a Globo não tem mais o monopólio da comunicação, pois o consumo de conteúdo se fragmentou com o crescimento do streaming e das redes sociais. Ele observa que os jovens assistem a várias coisas ao mesmo tempo, o que dificulta a manutenção de grandes audiências. Além disso, as novelas enfrentam a concorrência de produções estrangeiras, como novelas turcas e doramas. Alencar também comenta que a onda de remakes não garante sucesso e sugere que misturar novos autores com veteranos pode ajudar a revitalizar as histórias.
A TV Globo, que recentemente completou sessenta anos, enfrenta uma queda significativa na audiência de suas novelas. O remake de “Vale Tudo”, uma das apostas da emissora, registrou apenas 22 pontos em São Paulo nas primeiras semanas de exibição, comparado a 21,5 pontos de “Mania de Você” e 25,7 pontos de “Renascer”.
Mauro Alencar, consultor e especialista em teledramaturgia, destaca que a era de monopólio da Globo na comunicação terminou. “Hoje não existe mais monopólio da comunicação,” afirma Alencar, referindo-se à fragmentação do consumo de conteúdo devido ao crescimento do streaming e das redes sociais. Ele observa que, no passado, a Globo dominava a audiência, mas agora as pessoas têm acesso a uma variedade de plataformas.
A mudança no comportamento do público também impacta a forma como as novelas são consumidas. Alencar explica que “os jovens veem um monte de coisa ao mesmo tempo”, o que dificulta a manutenção de uma audiência massiva. A telenovela, que antes atraía grandes públicos, agora enfrenta a concorrência de produções estrangeiras, como novelas turcas e doramas.
A onda de remakes, embora tenha seu valor, não garante sucesso. Alencar menciona que “nada é infalível” e que a indústria nacional está perdendo espaço no mercado internacional. Ele sugere que a combinação de novos autores com experiências de veteranos pode ser uma solução viável para revitalizar as tramas.
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