Filipe Bragança, dublador conhecido por seu trabalho em “Encanto”, agora dá voz ao protagonista da animação brasileira “Abá e Sua Banda”. Na história, Abá é um príncipe que prefere ser músico a governar. Filipe se inspirou em personagens como Kuzco, de “A Nova Onda do Imperador”, e Flik, de “Vida de Inseto”, para criar a voz do personagem. Ele destaca que o filme traz mensagens políticas e ambientais importantes, abordando temas como fascismo e diversidade. Filipe acredita que animações podem entreter e ensinar tanto crianças quanto adultos, ajudando a plantar reflexões sobre questões sociais. Ele também comenta sobre a necessidade de mais investimento e distribuição para o cinema nacional, ressaltando que o Brasil tem potencial para produzir animações de qualidade.
Filipe Bragança, dublador conhecido por seu trabalho em “Encanto”, foi convidado para dar voz ao protagonista da animação brasileira “Abá e Sua Banda”, que estreou nos cinemas em abril. Na trama, Abá é um príncipe que prefere ser músico a assumir o trono.
Em entrevista ao Omelete, Filipe revelou que se inspirou em personagens como Kuzco, de “A Nova Onda do Imperador”, e Flik, de “Vida de Inseto”, para desenvolver a voz de Abá. Ele destacou que a animação possui uma forte mensagem política e ambiental, abordando temas como fascismo e diversidade. “O vilão do filme é um fascista que está dando um golpe de estado”, afirmou.
Filipe comentou sobre a liberdade criativa que teve em “Abá e Sua Banda”, contrastando com sua experiência anterior em “Encanto”, que, segundo ele, tinha um processo mais burocrático. Ele lembrou de uma mudança que fez na letra da música “Não Falamos do Bruno”, onde adaptou uma fala para melhor encaixar na melodia.
Mensagem e Reflexão
O dublador acredita que animações como “Abá e Sua Banda” têm o potencial de entreter e provocar reflexões tanto em crianças quanto em adultos. “Acho que o filme pode plantar sementinhas nas cabeças das crianças”, disse. Ele ressaltou a importância de discutir questões ambientais, afirmando que a próxima geração precisa crescer consciente desses temas.
Filipe também mencionou a necessidade de maior investimento e distribuição para o cinema nacional. “O cinema brasileiro sempre esteve aqui, mas precisamos que as pessoas saibam que os filmes existem”, destacou. Ele acredita que o sucesso recente de produções brasileiras pode despertar um maior interesse do público por animações nacionais.
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