Após a escolha de Leão XIV como novo papa, a comédia “O Dia em que Raptaram o Papa” estreou no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro. A peça, que já foi encenada em mais de 40 países, traz um enredo onde um taxista judeu sequestra o Papa durante uma visita a Nova York, pedindo um dia de paz mundial em troca de sua liberdade. A nova montagem, dirigida por Cristina Bethencourt, filha do autor João Bethencourt, busca discutir temas de paz e convivência, mantendo o humor característico da obra. A peça original foi escrita em 1971 e é considerada uma das mais importantes do teatro brasileiro. A estreia aconteceu logo após a escolha do novo papa, o que trouxe um significado especial para a produção. O elenco conta com atores como Claudio Mendes e Giuseppe Oristanio, que interpreta o Papa. A montagem ficará em cartaz até 22 de junho, com sessões de sexta a domingo.
Após a escolha de Leão XIV como novo papa, a comédia O Dia em que Raptaram o Papa estreou no Teatro Fashion Mall, no Rio de Janeiro, em 9 de junho. A montagem, dirigida por Cristina Bethencourt, filha do autor João Bethencourt, traz uma nova interpretação da peça, que discute temas de paz e convivência.
O espetáculo, que ficará em cartaz até 22 de junho, é uma releitura contemporânea da obra escrita em 1971. A trama gira em torno de um taxista judeu que sequestra o Papa durante uma visita a Nova York, exigindo um dia de paz mundial como resgate. Claudio Mendes interpreta o sequestrador, enquanto Giuseppe Oristanio assume o papel do pontífice.
Cristina Bethencourt destacou a importância da peça em um momento de conflitos globais, afirmando que o objetivo é homenagear seu pai e divertir o público. A montagem já foi apresentada em mais de 40 países, incluindo uma performance no Vaticano. A narrativa, que surgiu como uma crítica à Guerra do Vietnã, continua relevante, abordando a necessidade de um mundo melhor.
A peça é reconhecida por seu humor e crítica social, equilibrando a comicidade com mensagens profundas. O elenco conta ainda com Elisa Pinheiro, Beatriz Linhales, Samuel Valladares, Gustavo Ottoni e Nando Cunha. A exposição de fotos e registros históricos no foyer do teatro complementa a experiência do público, celebrando a trajetória do dramaturgo.
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