Glenn Close, uma famosa atriz americana, é o foco do documentário “El mundo según Glenn Close”, que estreia em 24 de maio na Movistar+. Dirigido por Catherine Ulmer Lopez, o filme mostra a vida da atriz, sua recusa a papéis estereotipados e seu impacto no feminismo e na saúde mental. Close, que tem uma carreira marcada por papéis icônicos e várias indicações ao Oscar, aceitou participar do documentário sob a condição de que sua vida pessoal não fosse abordada. O filme inclui entrevistas com amigos e colaboradores, além de imagens de arquivo. Close é conhecida por ter rejeitado papéis que a colocavam em situações clichês, como em “Dune”, e por ter influenciado mudanças em roteiros, como em “Air Force One”. O documentário também destaca seu compromisso com causas sociais e sua paixão pela moda, com mais de 800 roupas de seus filmes guardadas em um arquivo na Universidade de Indiana. A diretora elogia a capacidade de Close de se transformar em seus papéis e sua jornada de superação pessoal, que serve de inspiração para outros.
Glenn Close, renomada atriz americana, é o foco do documentário “El mundo según Glenn Close”, dirigido por Catherine Ulmer Lopez. A estreia está marcada para 24 de maio na plataforma Movistar+. O filme explora a vida da atriz, sua recusa a papéis estereotipados e seu impacto nas questões feministas e de saúde mental.
Ulmer Lopez revelou que, inicialmente, não esperava conseguir uma entrevista com Close. Após meses de tentativas, o agente da atriz confirmou uma conversa de uma hora e meia em Londres. A única condição imposta por Close foi que sua vida sentimental não fosse abordada. O documentário combina depoimentos da atriz com imagens de arquivo e entrevistas com colaboradores, como o diretor Björn Runge.
Close é conhecida por sua postura firme em relação a papéis que considera problemáticos. Ela rejeitou um papel em “Dune”, de David Lynch, por não querer interpretar uma mulher que precisa ser salva. A atriz também criticou a representação feminina em roteiros, como em “Air Force One”, onde seu personagem, a vice-presidente, não deveria se mostrar vulnerável em momentos de crise.
Trajetória e Compromissos
O filme também aborda a trajetória de Close, que começou no teatro e enfrentou traumas de infância. Ela revelou que cresceu em uma seita que moldou sua identidade. A atriz destacou a importância de reconhecer e superar traumas, afirmando que isso impactou sua saúde mental. Close encontrou inspiração em Katharine Hepburn, que a motivou a seguir sua paixão pelo teatro.
Além de seu compromisso com o feminismo, o documentário destaca a defesa de Close pelos direitos LGBTQIA+ e sua luta contra o estigma de problemas mentais. Close também é uma entusiasta da moda, mantendo um acervo de mais de oitocentas peças de figurinos de seus filmes, que agora estão arquivadas na Universidade de Indiana.
Ulmer Lopez elogia a capacidade de transformação de Close, tanto em seus papéis quanto em sua vida pessoal. O documentário promete ser uma homenagem a uma artista que se recusa a se conformar com estereótipos e que continua a inspirar novas gerações.
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