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Catto celebra novo álbum autoral e revela transformação pessoal em “Caminhos selvagens”

Catto lança "Caminhos selvagens", seu primeiro álbum autoral em sete anos, refletindo transformações pessoais e novas composições.

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Catto, uma cantora de 37 anos, lançou seu primeiro álbum autoral em sete anos, chamado “Caminhos selvagens”. Este álbum reflete suas experiências pessoais e transformações. Antes disso, ela ganhou destaque com o projeto “Belezas são coisas acesas por dentro”, que homenageou Gal Costa. Catto falou sobre como sua vida mudou, mencionando que passou por um período de autodescoberta e superação de conflitos internos. Ela se separou do primeiro marido e começou a viver de forma mais autêntica. O novo disco é descrito como íntimo e verdadeiro, com letras que falam de pessoas reais de sua vida. Catto também planeja um show mais teatral, onde se apresentará com uma banda, trazendo músicas novas e antigas. Ela se sente confiante em compartilhar sua história com o público, que a apoia em sua jornada.

Catto lançou seu primeiro álbum autoral em sete anos, intitulado “Caminhos selvagens”, marcando um novo capítulo em sua carreira. O disco, que reflete suas experiências pessoais, foi apresentado em uma festa-audição no Rio de Janeiro. A cantora, que ganhou notoriedade com o projeto “Belezas são coisas acesas por dentro”, agora se prepara para um show mais teatral com novas composições.

A artista de 37 anos descreve este momento como o “florescimento de uma pessoa que estava louca para dar as caras”. Catto, que se identifica como uma filha de Courtney Love e Maysa, compartilhou sua nova estética loira e a conexão com sua identidade. Ela afirmou que sua maquiagem para os shows é a mesma que usa em encontros pessoais, refletindo sua autenticidade.

Catto revelou que, até 2018, vivia em conflito com seu corpo e afetividade. Após se separar do primeiro marido, decidiu viver plenamente. “Era o momento que eu estava transicionando, estava me experimentando”, contou. Com o sucesso de “Belezas”, ela focou em retomar sua carreira musical, priorizando a organização e a saúde.

O processo de composição de “Caminhos selvagens” foi descrito por Catto como um exorcismo. As letras são baseadas em experiências reais, com nomes de pessoas que marcaram sua vida. Ela se inspirou na música “Unsent” de Alanis Morissette para criar canções que falam sobre saudade e juventude.

Novas Perspectivas

Catto citou três discos que influenciaram sua composição: o de Roberto Carlos, “Álibi” de Maria Bethânia e “Memórias, crônicas e declarações de amor” de Marisa Monte. Ela busca simplicidade nas melodias, enfatizando a força das letras. As gravações foram feitas de forma crua, com a ajuda do software Garage Band.

O álbum, que tem um tom mais sombrio, foi interrompido pela pandemia, mas Catto finalizou a última música, “Yuri”, durante um período vulnerável. O show que acompanhará o disco, previsto para estrear em julho, contará com uma formação de banda mais teatral, incluindo músicas de sua carreira anterior.

A artista expressou gratidão pelo apoio do público, que a ajudou a se sentir confiante em compartilhar sua história. “Depois de tudo que passei para ser eu mesma, se não pudesse abrir o meu coração, para que eu estaria aqui?”, questionou. Catto agora se sente respeitada e amada, afirmando que sua identidade é uma parte integral de sua música.

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