O antigo edifício do Whitney Museum, projetado por Marcel Breuer e concluído em 1966, foi designado como marco histórico em 1981. Recentemente, a Sotheby’s comprou o prédio e planeja mudar sua sede global para lá, com reformas sendo feitas pela Herzog & de Meuron, após a aprovação da Comissão de Preservação de Marcos de Nova York. O edifício é conhecido por sua forma única e interior em concreto exposto. Desde que o museu se mudou em 2015, o espaço foi usado pelo Metropolitan Museum of Art e pela Frick Collection. A nova designação garante proteção legal para a estrutura e algumas partes internas, como o lobby e a escadaria principal, exigindo que qualquer alteração futura tenha a aprovação da comissão.
O edifício que abrigou o Whitney Museum, projetado por Marcel Breuer e concluído em mil novecentos e sessenta e seis, foi recentemente designado como marco histórico pela Comissão de Preservação de Marcos de Nova York (LPC). A decisão garante proteção legal ao local, que possui uma forma inusitada, semelhante a um zigurate invertido, e um interior em concreto exposto.
A LPC aprovou a designação do edifício, localizado na Avenida Madison, como um marco individual e interior. A estrutura, que foi desocupada em dois mil e quinze, quando o museu se mudou para o centro, foi utilizada temporariamente pelo Metropolitan Museum of Art e pela Frick Collection. Em dois mil e vinte e três, a Sotheby’s adquiriu o prédio e planeja transferir sua sede global para o local.
Atualmente, renovações estão em andamento sob a supervisão do escritório de arquitetura Herzog & de Meuron. A aprovação da LPC foi necessária para que as obras fossem iniciadas. Grupos de preservação expressaram preocupações sobre a vulnerabilidade do edifício a mudanças significativas devido à nova gestão comercial.
A designação como marco histórico protege a fachada do edifício e alguns elementos internos, como o lobby e a escadaria principal. A presidente da LPC, Sarah Carroll, afirmou que a designação é um ganho mútuo para os defensores da preservação e para os responsáveis por manter a história da cidade. Carroll destacou que essa ação é um testemunho do papel de Nova York como um centro global de design inovador.
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