Paul Mescal, ator irlandês, está competindo no Festival de Cannes com o filme “The History of Sound”, que trata de um romance gay. Ele afirmou que não vê semelhanças entre seu filme e “O Segredo de Brokeback Mountain”, destacando que seu longa celebra a sexualidade, enquanto o filme de Ang Lee aborda a repressão. Mescal brincou que a única semelhança é a presença de cenas de sexo em uma tenda. O diretor Oliver Hermanus também concordou, dizendo que o foco do filme é o amor em um contexto diferente, sem explorar as complicações da sexualidade. Ele acredita que a comparação com um filme de duas décadas atrás mostra que deveriam existir mais filmes sobre relacionamentos queer. Mescal, conhecido por seus papéis em “Normal People” e “Aftersun”, comentou que o cinema está mudando e se afastando do estereótipo do homem alfa, refletindo essa mudança em seus próprios papéis.
O ator irlandês Paul Mescal está em competição no Festival de Cannes com o filme “The History of Sound”, que explora um romance gay. Durante uma coletiva de imprensa, Mescal afirmou que não vê paralelos entre sua obra e “O Segredo de Brokeback Mountain”, de Ang Lee. Ele destacou que seu filme celebra a sexualidade, enquanto o longa de 2005 aborda a repressão.
Mescal, conhecido por seus papéis em “Normal People” e “Aftersun”, comentou que a única semelhança entre os filmes é a presença de cenas de sexo em uma tenda. Ele descreveu “The History of Sound” como uma celebração do relacionamento entre seu personagem e o interpretado por Josh O’Connor. A trama se passa após a Primeira Guerra Mundial, quando os protagonistas viajam pelos Estados Unidos para gravar canções folclóricas.
O diretor Oliver Hermanus também reforçou a ideia de que o foco do filme é o amor em um contexto diferente. Ele afirmou que a intenção não era explorar as complicações da sexualidade, mas sim o que separa os personagens em suas vidas amorosas. Para Hermanus, a comparação com um filme lançado há vinte anos indica a necessidade de mais produções sobre relacionamentos queer.
Mescal, que também atua em “Todos Nós Desconhecidos”, observou que o cinema está se afastando do estereótipo do masculino alfa. Ele acredita que essa mudança se reflete em seus papéis, afirmando que suas escolhas são guiadas por um instinto que o levará a continuar nessa direção.
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