O livro “Everything Is Now: The 1960s New York Avant-Garde” de J. Hoberman explora a cena artística de Nova York nos anos 60, destacando figuras como Jonas Mekas e eventos culturais importantes. Hoberman apresenta uma narrativa cheia de energia sobre a interseção entre arte, política e música, mostrando como diferentes formas de expressão artística se misturavam. Ele fala sobre filmes que refletiam a época, como os de Shirley Clarke e Andy Warhol, e eventos como os “Happenings”, que eram festas artísticas vibrantes. O autor menciona a proximidade entre as pessoas na cidade, onde ideias para futuros alternativos surgiam em meio ao caos. O livro é uma coleção de eventos malucos e significativos, como a relação entre a arte e a política, e destaca a importância da colaboração entre diferentes formas de arte. Hoberman também discute a música da época, incluindo a transição de artistas de jazz para ritmos mais comerciais. Ele mostra como a arte, o cinema, a música e a escrita se influenciam mutuamente, desafiando a separação entre essas áreas. A obra é uma viagem pela cultura nova-iorquina dos anos 60, trazendo à tona uma sensação de nostalgia e a esperança de um futuro diferente.
O livro “Everything Is Now: The 1960s New York Avant-Garde” de J. Hoberman apresenta uma análise detalhada da cena artística de Nova York nos anos sessenta. A obra destaca figuras como Jonas Mekas, um influente cineasta experimental e mentor de Hoberman, e explora a intersecção entre arte, política e música.
Hoberman narra eventos caóticos e significativos da época, como os “Happenings” e as produções cinematográficas que refletiam a sociedade. O autor menciona a importância de filmes como “Flaming Creatures” de Jack Smith e as obras de Yoko Ono, que desafiaram as normas culturais. Em junho, Hoberman apresentará uma seleção de curtas no Anthology Film Archives, cofundado por Mekas.
A narrativa do livro é rica em detalhes, abordando desde a efervescência cultural até os desafios sociais. O autor conecta eventos como a revolta em Harlem com a exibição de “Cool World” de Shirley Clarke. A obra também menciona a filmagem de “Empire” de Warhol, um marco do cinema americano, e a interação entre artistas como Diane Arbus e Allen Ginsberg.
Hoberman destaca a fluidez entre diferentes formas de arte, enfatizando que a colaboração entre elas é essencial para a inovação. Ele critica a separação entre as disciplinas artísticas, argumentando que essa divisão é prejudicial. O livro é descrito como uma “memória, embora não minha”, refletindo a rica tapeçaria cultural da Nova York dos anos sessenta.
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