Cientistas italianos descobriram cinco descendentes vivos de Leonardo da Vinci na Toscana. Todos são homens e têm DNA que corresponde ao do artista, que foi enterrado na Igreja de Santa Croce. O mais velho, Dalmazio Vinci, de 89 anos, é apaixonado por aviação e já construiu aeromodelos. Mauro Vinci, de 79 anos, é artesão e fez tapeçarias para pessoas famosas. Bruno Vinci, de 81 anos, trabalhou como metalúrgico e sempre ouviu brincadeiras sobre ser descendente de Da Vinci, até que a descoberta se confirmou. O mais novo, Milko Vinci, gosta de desmontar coisas, assim como seu famoso antepassado. Pesquisadores têm trabalhado na árvore genealógica da família desde 2016, que remonta a 1331 e inclui mais de 400 pessoas. Da Vinci não teve filhos, mas teve 22 meios-irmãos. A pesquisa também sugere que sua mãe pode ter sido uma mulher escravizada do Leste Europeu. O objetivo é entender melhor a biologia de Da Vinci, incluindo sua visão e saúde.
Uma equipe de cientistas italianos descobriu cinco descendentes vivos de Leonardo da Vinci na Toscana. Os homens, que vivem próximos à cidade natal do artista, possuem DNA correspondente a segmentos do cromossomo Y extraídos dos restos mortais do polímata, enterrado na Igreja de Santa Croce.
Os descendentes, que compartilham algumas características de Da Vinci, incluem Dalmazio Vinci, de 89 anos, que é entusiasta da aviação e já construiu aeromodelos. Mauro Vinci, de 79 anos, é um artesão conhecido por suas tapeçarias, enquanto Bruno Vinci, de 81 anos, trabalhou como metalúrgico e sempre ouviu brincadeiras sobre sua ancestralidade. O mais jovem, Milko Vinci, destaca-se por ser canhoto e por seu interesse em desmontar objetos para entender seu funcionamento.
Pesquisadores têm trabalhado na reconstrução da árvore genealógica da família de Da Vinci, que remonta a 1331 e abrange mais de 400 pessoas ao longo de 21 gerações. Leonardo da Vinci, que faleceu em 1519, não teve filhos, mas teve 22 meios-irmãos. A pesquisa também sugere que sua mãe, Caterina, pode ter sido uma mulher escravizada do Leste Europeu.
O projeto, iniciado em 2016, foi coordenado pela Universidade Rockefeller e recebeu apoio de diversas instituições. Os cientistas se concentraram no rastreamento do cromossomo Y, que é transmitido de pai para filho. Alessandro Vezzosi, um dos pesquisadores, afirmou que o objetivo é possibilitar estudos sobre o DNA de Da Vinci, buscando entender aspectos de sua saúde e criatividade.
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