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Grupo Prosa transforma panos de chão em arte no espetáculo “Prosas ordinárias”

Espetáculo "Prosas ordinárias" transforma panos de chão em arte no Teatro Cacilda Becker, destacando a beleza do cotidiano.

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O Grupo Prosa, liderado por Tamara Rothstein, vai apresentar o espetáculo “Prosas ordinárias” no Teatro Cacilda Becker, no Catete, a partir de sexta-feira. A peça usa 67 panos de chão como parte central da dança, que é realizada por Amanda Pontes, Carolina Azambuja, Lorena Pimentel e Maria Paula Ramalho. A ideia é mostrar a beleza nas coisas simples do dia a dia, transformando objetos comuns em elementos de dança. Tamara começou a trabalhar com os panos em 2019 e acredita que eles representam a intimidade de cada um. Durante a apresentação, as dançarinas praticam o que chamam de “improviso consciente”, onde cada uma tem liberdade para criar seus movimentos. O processo de criação é colaborativo, permitindo que todas contribuam com suas ideias.

O Grupo Prosa, sob a direção de Tamara Rothstein, apresenta o espetáculo “Prosas ordinárias” a partir de sexta-feira no Teatro Cacilda Becker, no Catete, Rio de Janeiro. A proposta utiliza 67 panos de chão como elementos centrais, transformando objetos cotidianos em arte.

Durante os ensaios, Rothstein seleciona panos espalhados pelo piso da Faculdade Angel Vianna. Esses itens, normalmente associados à limpeza, ganham nova vida no palco. A diretora busca explorar a beleza nas simplicidades do dia a dia, em contraste com a dança formal. “Aqui, a nossa ideia é dançar com os objetos mais simples”, afirma Rothstein.

As intérpretes-criadoras, Amanda Pontes, Carolina Azambuja, Lorena Pimentel e Maria Paula Ramalho, trabalham com o conceito de “improviso consciente”. Cada artista tem liberdade para criar movimentos, refletindo a singularidade de cada pano. Rothstein destaca que os panos, coletados entre amigos e familiares, carregam histórias e intimidade.

Amanda ressalta que, em certos momentos, os panos se tornam parte delas, enquanto Carolina enfatiza a abertura do processo criativo. “É raro a Tamara chegar com uma coreografia pronta”, explica. O espetáculo promete uma nova perspectiva sobre objetos comuns, convidando o público a redescobrir a beleza do cotidiano.

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