Pablo Cruz, que interpreta Roberto Gómez Bolaños na minissérie “Chespirito: Sem querer querendo”, falou sobre sua preparação para o papel e a importância do legado de Bolaños. Ele destacou que a série é baseada na autobiografia do artista e que sua atuação busca capturar a essência de Bolaños, que é visto como um herói nacional no México. Cruz contou que, para se preparar, assistiu a muitos episódios do trabalho de Bolaños, conversou com sua família e se reuniu com outros atores. Ele também mencionou que, embora tenha crescido distante do universo de Chespirito, aprendeu a valorizar o humor e a simplicidade das histórias que tocaram tantas gerações. Cruz acredita que a série mostrará não apenas os personagens, mas também o lado humano e criativo de Bolaños, que se via principalmente como um escritor. Ele ressaltou que o humor de Bolaños era contido e que a série pretende revelar mais sobre sua vida e sua paixão pela escrita.
Pablo Cruz, que interpreta Roberto Gómez Bolaños na minissérie “Chespirito: Sem querer querendo”, compartilhou sua experiência e preparação para o papel. A série, que estreia na HBO Max em 5 de junho, explora o legado do icônico comediante mexicano, conhecido por personagens como Chaves e Chapolin Colorado.
Cruz, que esteve em Buenos Aires para promover a minissérie, destacou a complexidade do legado de Bolaños. Ele revelou que a descoberta de seu papel coincidiu com a notícia de que se tornaria pai. A produção é baseada na autobiografia de Bolaños, escrita por seu filho, Roberto Gómez Fernández.
O ator, que nasceu na Cidade do México, mencionou que sua preparação envolveu três pilares: assistir a episódios de Bolaños, conversar com sua família e interagir com os demais atores. “A semelhança de traços faciais e gestos entre mim e Gómez Bolaños é impressionante”, afirmou Cruz.
Cruz também comentou sobre sua relação com o personagem Chapolin Colorado, que representa a antítese dos super-heróis tradicionais. Ele acredita que, apesar da simplicidade aparente, as histórias de Bolaños possuem uma profundidade que ressoa com várias gerações. “Chespirito representa tudo o que nós, mexicanos, queremos e muitas vezes não temos coragem de aceitar”, disse.
A minissérie promete revelar não apenas o lado humorístico de Bolaños, mas também sua essência como escritor. Cruz enfatizou que “Roberto se via como um escritor antes de qualquer outra coisa”, destacando a importância de sua obra no contexto cultural latino-americano.
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