- Jubilant Sykes morreu em oito de dezembro de 2025, em Santa Monica, aos setenta e um anos; seu filho Micah, de trinta e um, foi preso e deve responder por homicídio.
- Em 1981, lançou o álbum Number of the Lord pela Light Records, marcando a fusão de gospel com funk e destacando a voz marcante de Sykes.
- Ao longo de cinco décadas, atuou em gospel, música sacra contemporânea e ópera, recebendo uma indicação ao Grammy em dois mil e nove pela atuação em Mass, de Leonard Bernstein, e trabalhando com artistas como Julie Andrews, John Williams, Carlos Santana, Josh Groban e Brian Wilson.
- Em mil novecentos noventa, apresentou-se na Metropolitan Opera, em Porgy and Bess, chegando a se apresentar no Kennedy Center e no Carnegie Hall; manteria uma carreira de grande versatilidade, passando por jazz e música erudita.
- Lançou o álbum Jubilant Sykes Sings Copland and Spirituals, em mil novecentos noventa e quatro, com a London Symphony Orchestra, e manteve parcerias com Christopher Parkening, os Gettys e outros nomes da música sacra e clássica.
Jubilant Sykes, veterano da música que transita entre gospel, opera e sacred music, faleceu em Santa Monica aos 71 anos, em 8 de dezembro de 2025. A morte ocorreu em sua residência, após ele ter sido vítima de homicídio. Seu filho Micah, de 31 anos, foi preso e deve responder por homicídio, segundo autoridades.
Lançado em 1981, o álbum Number of the Lord, pela Light Records, marcou a estreia de Sykes e chamou a atenção de críticos por mesclar gospel com funk. O músico ganhou notoriedade por sua voz de barítono potente e controle vocal, diferente do que dominava o cenário na época.
Ao longo de cinco décadas, a carreira de Sykes revelou versatilidade: foi destaque no canto sacro contemporâneo, gospel, funk e espirituals afro-americanas. Recebeu uma indicação ao Grammy em 2009 pela performance em Mass, de Leonard Bernstein, e colaborou com artistas como Julie Andrews, John Williams, Carlos Santana, Josh Groban e Brian Wilson.
Trajetória artística
Sykes atuou também no ministério musical de Grace Community Church, no sul da Califórnia, e dividiu palcos com Keith e Kristyn Getty. Em 1990, participou da Ópera Metropolitana de Nova York como James em Porgy and Bess, em cartaz no Kennedy Center e no Carnegie Hall.
Sua versatilidade o levou a apresentações em clubes de jazz, entre Beethoven e a nona sinfonia, mantendo uma agenda intensa após alcançar o sucesso na ópera. O repertório incluiu gravações de jazz, gospel e performances líricas de alto nível.
Diante da preservação de espirituais, Sykes foi visto como continuador da tradição de grandes vozes negras, como Paul Robeson, que ajudaram a manter viva a forma como as spirituals foram registradas e reconhecidas como arte americana. Darden destacou a sensibilidade de suas interpretações.
Falecimento e legado
Entre 1994 e 2007, o álbum Jubilant Sykes Sings Copland and Spirituals reuniu obras de Copland com arranjos de espirituais, gravados com a London Symphony Orchestra. A obra destacou o tom emotivo de Sykes em composições que vão desde o sagrado até o folk americano.
Em 2009, a nomeação ao Grammy por Mass consolidou o vínculo de Sykes com a música sacra moderna. Ao longo da carreira, ele manteve a fé cristã como eixo de seu trabalho, defendendo que toda música pode expressar louvor a Deus, segundo entrevistas.
Sykes manteve parcerias de longa data, como com Christopher Parkening, com quem gravou Jubilation (2007), e com os Gettys, participando de concertos e de projetos como o Sing! Hymnal. Sua voz foi descrita como capaz de revelar beleza na fusão entre tradições musicais.
Entre na conversa da comunidade