- Em decisão arbitral em Los Angeles, ficou decidido que os companheiros Nikki Sixx, Tommy Lee e Vince Neil estavam certos de remover Mick Mars como diretor e oficial da Mötley Crüe Inc. após ele se afastar da turnê de 2022 por doença.
- Mars, de 74 anos, disse que não se aposentou da banda e permanecia disponível para residência, estúdio ou trabalhos avulsos, mas foi demitido pela banda.
- O árbitro determinou que Mars deve devolver $750.030 de adiantamento por ter faltado a 69 shows ao vivo.
- O mesmo ruling ordenou que Mars venda sua participação na banda aos três colegas por $505.737.
- Com as deduções, a Mötley Crüe teve um pagamento líquido de $244.293.
O Motley Crüe venceu a disputa legal com Mick Mars em uma arbitragem realizada em Los Angeles. O julgamento decidiu que Nikki Sixx, Tommy Lee e Vince Neil estavam certos ao remover Mars de suas funções como diretor e acionista da empresa do grupo, após ele se afastar de uma turnê mundial em 2022 devido a uma doença crônica.
A arbitragem manteve a decisão de demitir Mars e determinou que ele devolvesse US$ 750 mil recebidos adiantadamente, por ter faltado a 69 apresentações ao vivo. Além disso, o músico, de 74 anos, foi obrigado a vender sua participação no grupo aos demais membros por US$ 505.737. Com o ajuste, a banda recebeu um pagamento líquido de cerca de US$ 244 mil.
O caso envolve a relação entre Mars e a formação original da banda, que afirma haver agido conforme os acordos firmados. A defesa de Mars contesta a decisão, alegando que ele não se aposentou do grupo e poderia atuar em residências, estúdios ou projetos esporádicos. O advogado de Mars indicou a possibilidade de recurso para contestar o veredito.
A bancada jurídica da defesa da banda, representada pelo escritório Miller Barondess LLP, afirmou que a arbitragem validou a integridade e o legado do grupo, fortalecendo a posição da banda. A parte de Mars, por meio de seu representante, enfatizou a insatisfação com a decisão e a possibilidade de continuação dos recursos legais.
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