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São Jorge é celebrado com fervor no Rio, unindo fé e homenagens ao papa Francisco

Comemorações do Dia de São Jorge no Rio de Janeiro ganharam novo significado após a morte do papa Francisco, devoto do santo. Multidões se reuniram em Quintino, onde a devoção e o sincretismo religioso foram evidentes. A festa, marcada por longas distâncias percorridas por fiéis, homenageou tanto o Santo Guerreiro quanto o pontífice, reforçando a resiliência dos participantes.

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O Dia de São Jorge, celebrado no Rio de Janeiro, atraiu muitas pessoas, especialmente em Quintino, onde devotos prestaram homenagem ao santo. Este ano, a festa ganhou um novo significado com a morte do papa Francisco, que se chamava Jorge Mario Bergoglio. As celebrações começaram cedo na Igreja Matriz de São Jorge, com uma alvorada e uma missa que exibiu imagens da visita do papa à cidade em 2013. Muitos devotos, vestindo vermelho, cor associada ao santo, participaram das festividades, que também ocorreram em outras igrejas. Thamires, uma moradora, contou que acordou às quatro da manhã para participar pela primeira vez, destacando a coragem de São Jorge como uma inspiração. São Jorge, um dos santos mais venerados da Igreja Católica, nasceu em 280 d.C. e foi martirizado em 303. Sua devoção se espalhou pelo Brasil, onde é celebrado desde 2001 como feriado no Rio. O sincretismo religioso ajudou a aumentar sua popularidade, e ele é padroeiro de várias escolas de samba e presente na música brasileira.

O Dia de São Jorge, celebrado nesta quarta-feira, atraiu multidões no Rio de Janeiro, especialmente em Quintino, onde devotos homenagearam o Santo Guerreiro. A data ganhou um significado especial após a morte do papa Francisco, que tinha o nome de batismo Jorge Mario Bergoglio.

As festividades começaram cedo na Igreja Matriz de São Jorge, com a tradicional alvorada. Durante a missa, um telão exibiu imagens da visita do papa à cidade em 2013. A celebração em Quintino, conhecida pelo sincretismo religioso, viu muitos devotos vestindo vermelho, cor associada ao santo, que é também venerado nas religiões afro-brasileiras como Ogum.

Thamires, moradora de Santa Cruz, relatou sua devoção ao santo: “Acordei às quatro da manhã para estar aqui pela primeira vez. Ele é um santo guerreiro, vencedor de batalhas. A resiliência dele me inspira.” As celebrações se espalharam por outras igrejas, como a de São Jorge no Centro, que também realizou missas em homenagem ao santo.

São Jorge, um dos santos mais venerados da Igreja Católica, nasceu em 280 d.C. na Capadócia. Sua história é marcada por lendas de coragem e fé. Ele foi martirizado em 23 de abril de 303, e sua devoção se espalhou pelo mundo, especialmente no Brasil, onde chegou com a Corte Portuguesa em 1808.

A data é feriado no Rio desde 2001 e foi oficializada como feriado estadual em 2008. O sincretismo religioso ajudou a consolidar a popularidade de São Jorge, que é também padroeiro de várias escolas de samba e exaltado na música brasileira por diversos artistas.

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