O padre Fabio Chagas, da paróquia São João Paulo 2º em Linhares (ES), criticou a capela católica construída perto do Buda gigante em Ibiraçu, afirmando que a presença de Nossa Senhora ao lado do Buda é inaceitável. Ele expressou seu descontentamento com o que considera sincretismo religioso, dizendo que respeita outras religiões, mas não concorda com a mistura de crenças. A capela, dedicada a Nossa Senhora da Penha, faz parte de um projeto do Mosteiro Zen Budista e da igreja católica local, que busca promover o diálogo inter-religioso. O Mosteiro defende que o projeto visa a convivência pacífica entre as tradições espirituais, sem buscar sincretismo, mas sim o respeito mútuo. O padre não respondeu a tentativas de contato para comentar sua declaração.
O padre Fabio Chagas, da paróquia São João Paulo 2º, em Linhares (ES), manifestou descontentamento com a capela católica construída próxima ao Buda gigante de Ibiraçu. Em suas redes sociais, ele criticou a presença de Nossa Senhora aos pés do Buda, afirmando que essa situação é inadmissível e que não concorda com o sincretismo religioso.
A capela, erguida em 2022 pelo Mosteiro Zen Budista em colaboração com a Igreja Católica local, faz parte do roteiro de peregrinação espiritual Caminhos da Sabedoria. O projeto visa promover o diálogo inter-religioso entre o Cristianismo e o Budismo, buscando a convivência harmoniosa entre as tradições espirituais. O Mosteiro defende que a iniciativa não busca o sincretismo, mas sim a valorização das identidades de cada religião.
Em sua publicação, o padre afirmou: “salada mista na fé não dá” e expressou sua tristeza ao ver a imagem de Nossa Senhora próxima ao Buda. Ele ressaltou que respeita as diferentes formas de culto, mas não se sente confortável com a mistura de crenças. O monumento, que é um dos principais pontos turísticos do Espírito Santo, é considerado o segundo maior Buda do mundo.
A reportagem tentou contato com o padre Fabio e a Diocese de Colatina para obter mais informações sobre suas declarações, mas não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestações.
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