Após a volta dos talibãs ao poder em 2021, as mulheres afegãs enfrentaram muitas restrições, como a proibição de praticar esportes e de estudar. Agora, a FIFA criou a Seleção Feminina Afgã de Refugiados, permitindo que jogadoras afegãs voltem a competir. Khalida Popal, ex-capitã da seleção, ficou feliz com a notícia, mas destacou que a equipe ainda não tem reconhecimento oficial. A FIFA anunciou que a nova seleção será formada por 27 jogadoras e três goleiras, escolhidas por meio de testes em parceria com a ONG Girl Power, também fundada por Popal. Embora o time busque uma vaga na Copa do Mundo de 2027, a falta de reconhecimento da Federação Afgã de Futebol, controlada pelos talibãs, impede que a seleção represente oficialmente o país. Popal, que vive como refugiada na Dinamarca, tem trabalhado para ajudar outras mulheres a escapar do regime talibã e acredita que o futebol é uma forma de resistência e luta pelos direitos das mulheres no Afeganistão.
Após a volta dos talibãs ao poder em 2021, as mulheres afegãs enfrentaram severas restrições, incluindo a proibição de esportes e educação. No entanto, a FIFA anunciou a criação da Seleção Feminina Afgã de Refugiados, permitindo que jogadoras afegãs voltem a competir. Khalida Popal, ex-capitã da seleção, expressou otimismo com a notícia, embora a equipe ainda não tenha reconhecimento oficial.
A FIFA aprovou a “Estrategia de Ação para o Futebol Feminino Afgão”, que visa criar a nova seleção. O presidente da FIFA, Gianni Infantino, afirmou que a organização se compromete a oferecer oportunidades para todas as meninas jogarem futebol. Desde 2021, os direitos das mulheres no Afeganistão foram severamente restringidos, incluindo a proibição de práticas esportivas.
Popal, que vive como refugiada na Dinamarca desde 2011, destacou que essa decisão reconhece os desafios enfrentados pelas mulheres afegãs. Ela ressaltou que a única forma de a seleção ser reconhecida oficialmente é através da Federação Afegã de Futebol, atualmente sob controle talibã. A ex-jogadora tem ajudado muitas mulheres a escapar do regime e obter status de refugiadas.
O novo time será formado por 27 jogadoras e três goleiras, selecionadas por meio de testes realizados pela FIFA em parceria com a ONG Girl Power, fundada por Popal. A equipe buscará uma vaga na Copa do Mundo de 2027, no Brasil. Popal afirmou que muitas jogadoras da ONG são refugiadas que jogavam futebol no Afeganistão e agora terão a chance de competir novamente.
Embora a seleção ainda não tenha reconhecimento oficial, Popal e sua equipe estão em diálogo com a FIFA para garantir a participação do novo time em competições. A ex-capitã enfatizou que o futebol é uma ferramenta de resistência e que as mulheres afegãs continuam lutando por seus direitos em um ambiente hostil.
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