Um lance controverso ocorreu aos 17 minutos do primeiro tempo no clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, pelo Campeonato Mineiro, quando o zagueiro Lyanco pisou no braço do meia Dudu, que estava caído. O árbitro Felipe Fernandes de Lima não aplicou advertência, e o VAR, sob a supervisão de Rodolpho Toski Marques, não recomendou revisão. Dudu […]
Um lance controverso ocorreu aos 17 minutos do primeiro tempo no clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, pelo Campeonato Mineiro, quando o zagueiro Lyanco pisou no braço do meia Dudu, que estava caído. O árbitro Felipe Fernandes de Lima não aplicou advertência, e o VAR, sob a supervisão de Rodolpho Toski Marques, não recomendou revisão. Dudu afirmou que o pisão foi intencional, questionando a atuação do VAR e comparando com uma expulsão anterior de Gabigol.
Lyanco, por sua vez, defendeu-se alegando que Dudu movimentou o braço de forma a interferir no lance. Ele conversou com o árbitro, que não revisou a jogada no VAR, afirmando que a intenção de Dudu foi clara. O técnico do Atlético, Cuca, corroborou a versão de Lyanco, classificando o incidente como um “acidente de trabalho” e não uma maldade.
Em resposta, o Cruzeiro formalizou uma queixa à Federação Mineira de Futebol, reclamando da arbitragem e solicitando os áudios da comunicação entre o VAR e o árbitro. Alexandre Mattos, CEO do Cruzeiro, criticou a não expulsão de Lyanco, considerando um erro grosseiro que deveria ter sido corrigido pelo VAR.
Após o jogo, o zagueiro Fabrício Bruno também criticou o árbitro, afirmando que ele não possui nível para apitar clássicos e que sua atuação foi prejudicial ao Cruzeiro. O clube celeste planeja solicitar árbitros de fora de Minas Gerais para futuros clássicos, buscando evitar novas polêmicas.
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