Durante uma reunião entre a Comissão Nacional de Clubes e a CBF, não foram aceitas propostas dos clubes sobre a arbitragem, mas houve um acordo para que o VAR seja menos opinativo. Os clubes pediram que, após sugerir uma revisão, o VAR desligasse o microfone e o árbitro decidisse apenas com as imagens, mas a CBF decidiu que o VAR deve se manifestar se o juiz perguntar. Também foi rejeitada a ideia de limitar as revisões a dois minutos e de considerar irregularidades apenas em lances de ataque que ocorreram até 25 segundos antes do gol. O encontro contou com a presença de dirigentes de vários clubes e do presidente interino da CBF.
O encontro entre a Comissão Nacional de Clubes e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nesta segunda-feira, 20 de maio de 2025, não resultou na aceitação de propostas dos clubes sobre arbitragem. No entanto, houve um alinhamento em torno de um VAR (árbitro de vídeo) menos opinativo. A CBF reafirmou que a orientação aos árbitros é para que o VAR se manifeste apenas quando solicitado pelo juiz, mantendo a comunicação ativa.
Os clubes expressaram a necessidade de que, após sugerir uma revisão, o VAR desligasse o microfone, permitindo que o árbitro decidisse com base nas imagens. Essa proposta, no entanto, foi rejeitada. Além disso, a CBF não aceitou sugestões para limitar o tempo de revisão a dois minutos, uma prática proibida pela FIFA.
Rodrigo Cintra, presidente da Comissão de Arbitragem, também se opôs à ideia de que irregularidades em lances de ataque fossem consideradas apenas se ocorressem até 25 segundos antes do gol. O encontro contou com a presença de dirigentes de clubes como São Paulo, Flamengo, Vasco da Gama e Palmeiras, que participou por videoconferência.
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