O Atlético-PI está se destacando na Copa do Brasil e na Série A3 do Campeonato Brasileiro, com a jogadora Ana Cristina, conhecida como Cris. Ela tem uma carreira impressionante, tendo jogado pela seleção da Guiné Equatorial na Copa do Mundo de 2011. Cris, que tem 39 anos e é natural do Rio de Janeiro, se naturalizou para representar a Guiné Equatorial devido à concorrência no Brasil e ao sonho de jogar em uma Copa do Mundo. Ela se sente orgulhosa de sua experiência e da oportunidade que teve de jogar contra o Brasil na competição. Cris começou a jogar futebol aos 12 anos, mas quase desistiu aos 14, mas voltou a jogar aos 15 anos. Ela também trabalhou como manicure para se sustentar enquanto jogava. Atualmente, Cris busca o acesso na Série A3 e se prepara para enfrentar o Vila Nova na Copa do Brasil, em um jogo marcado para 28 de maio.
O Atlético-PI se prepara para um importante desafio na Copa do Brasil, enfrentando o Vila Nova no dia 28 de maio, às 15h30, no Estádio Olímpico, em Goiânia. A equipe busca avançar na competição, enquanto também luta pelo acesso na Série A3 do Campeonato Brasileiro.
A jogadora Ana Cristina, conhecida como Cris, é um dos destaques do Atlético-PI. Com uma carreira marcada por passagens em clubes renomados como Palmeiras, Santos e São Paulo, Cris também teve a oportunidade de representar a Guiné Equatorial na Copa do Mundo de 2011. A atleta, que começou a jogar futebol aos 12 anos, enfrentou desafios, incluindo a necessidade de conciliar sua carreira com o trabalho como manicure.
Cris expressou seu orgulho em ter defendido a seleção africana, destacando a emoção de jogar contra o Brasil no Mundial. “Foi uma oportunidade incrível que mudou a minha vida como atleta”, afirmou. A jogadora também ressaltou a importância da experiência adquirida ao longo de sua trajetória, buscando transmitir essa vivência para suas companheiras de equipe.
Atualmente, o Atlético-PI está classificado para as quartas de final da Série A3 e mira o acesso à divisão superior. Cris enfatizou que a equipe encara cada partida como uma final e que a participação na Copa do Brasil é uma chance valiosa para clubes menos visíveis. “É uma competição importante, mais uma no calendário do futebol feminino”, concluiu.
Entre na conversa da comunidade