- Conselheiros da oposição ao São Paulo pedem o afastamento do presidente Julio Casares por suspeita de venda ilegal de camarote no Morumbi; são necessárias 52 assinaturas para formalizar o pedido.
- Áudio divulgado pelo ge.globo aponta um esquema envolvendo Mara Casares, que teria recebido o camarote da presidência e comercializado ingressos em fevereiro de 2025 para o show de Shakira.
- Douglas Schwartzmann, diretor adjunto de futebol de base, e Mara Casares pediram licença dos cargos; o áudio cita ainda o superintendente Marcio Carlomagno como elo no esquema.
- O São Paulo afirmou que irá apurar os fatos e tomar as medidas cabíveis conforme necessário.
Conselheiros da oposição à gestão do São Paulo pediram o afastamento do presidente Julio Casares, diante de suspeitas sobre venda ilegal de camarotes no Morumbi. A ação exige o apoio de 52 signatários para avançar.
Membros do Movimento Salve o Tricolor Paulista, que integram o Conselho Deliberativo, afirmam ser improvável que o mandatário desconhecesse o esquema. A posição adversária sustenta que há indícios de participação ou conhecimento por parte da presidência.
O clube não comentou de imediato sobre o tema, afirmando que será realizada a devida apuração dos fatos e que serão tomadas as medidas cabíveis conforme o andamento das investigações.
Áudio sugere esquema
Áudio divulgado pelo ge.globo em 15/ mostrou esquema de venda clandestina de um camarote da presidência no Morumbi, durante dias de shows. Segundo o material, Mara Casares, ex-esposa de Julio Casares e atual diretora feminina, cultural e de eventos, teria recebido o camarote e comercializado ingressos em fevereiro de 2025 para o show da cantora Shakira. Mara e o envolvido discutem operações relacionadas ao espaço, conhecido como camarote da presidência.
Posições e desdobramentos
Douglas Schwartzmann, diretor adjunto de futebol de base, também integrava o quadro envolvido no caso. Ambos pediram licença de seus cargos enquanto as apurações avançam. O Morumbi abriga o camarote presidencial, cuja venda é proibida pela gestão do estádio.
O São Paulo Futebol Clube informou que adotará as providências cabíveis e acompanhará o andamento das investigações para esclarecer os fatos. A diretoria ressalta o compromisso com a transparência e com o cumprimento de normas internas.
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