- Dudu voltou a atacar a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, em petição à Justiça, citando casos anteriores para questionar o STJD e sua punição de seis jogos por misoginia.
- A defesa argumenta que o STJD não é independente e sofre pressão externa, especialmente de figuras públicas e do ambiente político, citando o caso envolvendo Bruno Henrique e o Flamengo.
- Dudu busca retratação pública e indenização de R$ 500 mil, além de acerto de danos à imagem, mantendo que houve precipitação e politização no julgamento.
- A Justiça de São Paulo já rejeitou a participação da União Brasileira de Mulheres como amicus curiae em ação movida por Leila contra o jogador.
- Leila Pereira sustenta que Dudu cometeu atos ilícitos e que o STJD manteve as conclusões, enquanto a defesa do jogador contesta a validade do julgamento e acusa interferência externa.
Dudu voltou a atacar a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, em petição enviada à Justiça na última semana. O foco é uma ação de indenização de 500 mil reais movida por Leila contra o atacante, envolvendo acusações de misoginia durante o processo no STJD.
A defesa de Dudu sustenta que o STJD agiu sob pressão externa e com falta de independência decisória, citando casos anteriores envolvendo o Flamengo, Bruno Henrique e a Operação Penalidade Máxima para embasar a alegação de politização.
Contexto recente e antecedentes
O STJD puniu Dudu com seis jogos por suposta dirigência de misoginia atribuída a Leila. A defesa argumenta que decisões assim não são tomadas com distância necessária de influências públicas e midiáticas.
Leila Pereira acusa Dudu de atos ilícitos e de tentar atacar a lisura do julgamento. A presidente do Palmeiras também afirma que o atleta não pode contestar decisões já consolidadas pela Justiça Desportiva.
Novos argumentos e desfechos judiciais
Na Justiça de São Paulo, Dudu citou a ausência de independência decisória no STJD e relacionou as decisões a pressões externas, incluindo o ambiente político e a CBF, para pedir retratação pública e indenização.
A Justiça de Belo Horizonte rejeitou a queixa-crime de Leila contra Dudu, e não reconheceu misoginia nem dolo na denúncia. A defesa do jogador afirma que o caso não deveria tramitar no tribunal esportivo.
Amicus curiae e impactos
A Justiça paulista também rejeitou o pedido da União Brasileira de Mulheres para atuar como amicus curiae na ação. A decisão deixou o grupo sem apoio formal no caso, segundo informações oficiais.
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