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São Paulo avalia romper com empresa de limpeza suspeita de irregularidades

São Paulo avalia romper contrato com a Milclean após suspeitas de irregularidades e descumprimento do contingente diário de 96 funcionários, com pagamento anual de 6,8 milhões

Sob nova gestão, São Paulo revisa contratos.
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  • São Paulo avalia a rescisão do contrato com a Milclean, empresa de limpeza associada ao clube, suspeita de não manter o contingente mínimo de funcionários previsto no acordo.
  • O contrato prevê 6,8 milhões de reais por ano; os números mostram 96 profissionais por dia, de segunda a sábado, e 95 aos domingos e feriados, conforme spullen do acordo, com irregularidades apuradas para dezembro.
  • A Milclean afirma não ter vínculo com Reinaldo Carneiro Bastos desde 2021 e que participou de concorrência em 2024; a gestão sustenta que houve ajustes técnicos para manter o serviço.
  • A atual gestão do São Paulo, sob Harry Massis, está revisando contratos e contratou FTI Consulting e Machado Meyer Advogados para uma investigação independente; contrato com a FGOAL já foi interrompido.
  • A Polícia Civil pode abrir investigação sobre o caso; o vínculo com a Milclean segue vigente até 2027; a empresa afirma ter cumprido o acordo e aponta investimentos para manter a qualidade do serviço.

O São Paulo analisa rescindir o contrato com a Milclean, empresa de limpeza ligada ao clube, por suspeitas de não cumprir o contingente de funcionários previsto no acordo. A revisão faz parte de uma reavaliação ampla de contratos em curso.

Segundo apuração, a tendência é encerrar o vínculo, com o clube avaliando as variáveis finais para a ruptura. A Milclean afirma não ter sido notificada formalmente sobre a rescisão. O São Paulo manteve que contratos estão sob análise.

O vínculo estabelece pagamento de R$ 6,8 milhões por ano e data-base de 2024. A Milclean foi contratada em meio a questionamentos sobre a operação da gestão atual do clube.

Envolvidos e datas

Reinaldo Carneiro Bastos, até então sócio da Milclean, nega participação nos contratos desde 2021. Otávio Alves Corrêa Filho teria adquirido a participação dele, segundo a empresa. Bastos afirma não possuir vínculo com a Milclean desde a venda.

O São Paulo está sob gestão de Harry Massis, após a renúncia de Julio Casares. A diretoria tem promovido revisões contratuais e já interrompeu parcerias, como a com a FGOAL, de alimentação em jogos.

Contexto e desdobramentos

A Milclean diz que passou por uma concorrência em 2024 e venceu com proposta técnica e financeira. A empresa sustenta não ter conhecimento de participação de Bastos no processo. O contrato atual vai até 2027.

O caso ganhou repercussão após reportagem do Estadão e levou conselheiros a pressionarem pela rescisão. A Polícia Civil analisa abertura de investigação sobre o tema, em linha com investigações do clube.

A casa de auditoria FTI Consulting e o escritório Machado Meyer Advogados foram contratados para conduzir investigação independente sobre eventuais irregularidades ligadas ao SPFC. O clube não confirmou novos detalhes.

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