Carlos Sainz, famoso piloto de rally e pai do piloto de Fórmula 1 Carlos Sainz Jr., está pensando em se candidatar à presidência da FIA nas eleições que acontecerão em 12 de dezembro em Tashkent, Uzbequistão. Ele acredita que é o momento certo para retribuir ao esporte que tanto lhe deu ao longo de mais de 40 anos de carreira. Sainz, que já venceu o Dakar várias vezes, está buscando apoio de pessoas influentes no automobilismo. Ele também comentou que, se for eleito, terá que deixar seu papel como agente de seu filho, mas acredita que isso não será um problema, já que Carlos já é um piloto experiente na Fórmula 1.
Carlos Sainz, ex-piloto de rally e pai do atual competidor de Fórmula 1 Carlos Sainz Jr., está avaliando a possibilidade de se candidatar à presidência da Federação Internacional do Automóvel (FIA). As eleições ocorrerão em 12 de dezembro em Tashkent, no Uzbequistão. Sainz acredita que este é o momento certo para retribuir ao esporte que tanto lhe proporcionou.
Após a divulgação da notícia, Sainz recebeu diversas ligações para confirmar sua intenção de se candidatar. O atual presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, que assumiu o cargo em 2021, enfrentou polêmicas durante sua gestão, especialmente relacionadas à Fórmula 1. Sainz, que conquistou o título mundial de rally em 1990 e 1992, considera que sua experiência de mais de quarenta anos no automobilismo o qualifica para o cargo.
Em entrevista, Sainz afirmou que a ideia de se candidatar já o acompanha há algum tempo, mas agora sente que é o momento adequado. Ele está em busca de alianças com figuras influentes do motorsport. “Confio que posso fazer um bom trabalho e formar uma equipe excelente para devolver ao esporte parte do que ele me deu”, declarou.
Além de sua carreira como piloto, Sainz é um exemplo de sucesso no Dakar, onde venceu em 2010, 2018, 2020 e novamente em 2022, tornando-se o único a conquistar o título com quatro marcas diferentes. Ele também comentou sobre a relação com seu filho, Carlos Sainz Jr., afirmando que, caso avance com a candidatura, terá que renunciar ao papel de agente do filho, mas acredita que isso não será um problema.
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