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CBV e Sesi Bauru se manifestam após caso de racismo na Superliga

Após injúria racial contra Manuel Armoa, do Guarulhos, CBV e Sesi Bauru prometem providências; agressor pode ser banido e punido

Manuel Armoa é atleta do Vôlei Guarulhos (Foto: Reprodução/ Instagram)
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  • No último sábado, 13, o ponteiro argentino Manuel Armoa, do Guarulhos, foi vítima de injúria racial durante o confronto contra o Sesi Bauru, pela primeira metade da Superliga.
  • O jogo terminou 3 a 2 para o Sesi Bauru.
  • O Sesi Bauru repudiou o caso, manifestou solidariedade a Armoa e informou que, se a identidade do agressor for comprovada, ele será banido de jogos e não poderá acessar as dependências do clube.
  • A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) disse que encaminhará documentos como relatório do delegado, imagens, manifestações de atletas, testemunhas e clubes para os órgãos competentes, adotando o protocolo da competição.
  • O Guarulhos relatou que o agressor fugiu, mas o Supervisor Técnico registrou a placa do veículo e acionou a delegacia para o boletim de ocorrência.

No último sábado, 13, o ponteiro argentino Manuel Armoa, do Guarulhos, sofreu injúria racial durante a partida contra o Sesi Bauru, válida pela Superliga, no interior de São Paulo. O jogo terminou com vitória do Sesi Bauru por 3 sets a 2.

O clube anfitrião e a CBV repudiaram o ocorrido e anunciaram providências para apurar o caso. Armoa disse ter sido chamado de mono por um torcedor nas arquibancadas enquanto fazia alongamento.

Segundo o Guarulhos, o atraso na identificação do agressor foi superado pela ação rápida do Supervisor Técnico Daniel Jorge Jr., que anotou a placa do veículo e registrou Boletim de Ocorrência na delegacia local.

Reações e providências

O Sesi Bauru manifestou solidariedade ao atleta e informou que, confirmado o atacante, ele será banido de jogos e terá acesso às dependências do clube bloqueado. A CBV irá encaminhar relatório completo aos órgãos competentes.

A Confederação também disse que seguirá o protocolo previsto nos regulamentos da Superliga A e B, com penalizações para atos discriminatórios, e acompanhará os desdobramentos do caso para identificar o responsável.

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