- Poliana Okimoto passou a competir em triatlo e está treinando de forma mais regrada, alternando entre corrida e natação, com 2,5 a 3 quilômetros diários.
- Ela vai disputar uma meia maratona em maio, marcando uma mudança em relação ao ritmo de treino de quando era atleta profissional de natação.
- A maratona aquática continua sendo importante para ela; em 2018, Poliana fundou a Travessia Poliana Okimoto, hoje com mais de três mil participantes em diversas provas.
- A competição oferece opções de 500 metros a 5 quilômetros, além de modalidades integradas como o “1 a 4” (1.000 metros de natação e 5 km de corrida) e provas kids, inclusive com participação do filho da organizadora.
- Poliana foi escolhida chefe de missão da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos da Juventude, destacando a importância do torneio para a formação de novos atletas.
Poliana Okimoto, medalhista olímpica da maratona aquática, interrompeu a rotina estritamente aquática para explorar o triatlo. A nadadora planeja treinar com mais disciplina, reduzindo a distância de nado para 2,5 a 3 km, já que fará uma meia maratona em maio.
Antes disso, a atleta descreve a diferença entre a vida de elite no passado e o cenário atual. Enquanto profissional, nadava em média seis quilômetros por sessão, com duas baterias diárias, totalizando 12 km diários.
Travessia Poliana Okimoto ganha peso
Mesmo ampliando o leque esportivo, a maratona aquática continua presente no seu repertório. Em 2018, lançou a Travessia Poliana Okimoto, que hoje reúne mais de três mil participantes em várias provas.
A organizadora destaca a diversidade de provas, incluindo 500 m, 1.000 m, 2.500 m e 5 km, além do formato 1 a 4, com 1.000 m de nado e 5 km de corrida. Há ainda uma prova kids com participação de crianças; o evento envolve segurança e gestão de vidas em ambiente marinho.
Chefe de missão nos Jogos Pan-Americanos da Juventude
Paralelamente às atividades, Poliana Okimoto foi escolhida para chefiar a missão da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos da Juventude. A ex-atleta assume o cargo reconhecendo a importância estratégica da competição para o esporte nacional.
Ela também ressalta a experiência adquirida na Comissão de Atletas do Comitê Olímpico do Brasil, onde atuou por oito anos, além de ter aberto sua assessoria esportiva. A executiva destaca o papel formador do torneio para a nova geração.
A medalhista reforça a importância de oportunidades para jovens atletas, mencionando que a competição ajuda a entender pressões, desempenho em grandes eventos e o planejamento de carreira no esporte.
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