- Tribunal angolano condenou Jackie Shroyer a 24 anos de prisão por envolvimento no assassinato do missionário Beau Shroyer, morto em outubro de 2024 na Huíla; ela foi reconhecida como mentora do crime.
- O crime ocorreu durante um suposto assalto planejado nas proximidades de Lubango, onde o casal atuava em trabalho missionário; Jackie articulou o homicídio com três homens.
- Os cúmplices Bernardino Elias (24 anos), Isalino Kayoo e Gelson Ramos receberam penas superiores a vinte anos por homicídio qualificado e crimes associados; Jackie também deverá pagar indenização à família da vítima.
- A defesa informou que irá recorrer da decisão, alegando insuficiência de provas.
- A sentença foi comunicada à congregação Lakes Area Vineyard Church, em Minnesota; a igreja e organizações associadas reiteraram apoio às famílias e às equipes envolvidas.
Um tribunal em Angola condenou Jacqueline Shroyer, 44 anos, a 24 anos de prisão por participação no assassinato do missionário Beau Shroyer, morto em outubro de 2024 na província da Huíla. A decisão aponta que ela foi a mentora do crime, organizado como um falso assalto nas proximidades de Lubango, onde o casal atuava em trabalho missionário.
Segundo o Serviço de Investigação Criminal de Angola, a ré articulou o homicídio com a ajuda de três homens. Bernardino Elias, de 24 anos, atuaria como segurança da família e seria parceiro da acusada, enquanto Isalino Kayoo e Gelson Ramos teriam sido pagos para executar o crime. A sentença também determina indenização à família da vítima por danos morais e materiais.
A defesa informou que irá recorrer, alegando insuficiência de provas. Beau Shroyer foi encontrado sem vida dentro de seu veículo, com ferimentos de faca, em área de matagal. O missionário deixa cinco filhos, que passam por cuidados de familiares.
A decisão foi comunicada à Lakes Area Vineyard Church, em Minnesota, pela igreja de origem da família nos EUA. O pastor Troy M. Easton afirmou que a condenação resulta de uma investigação extensa e rigorosa, conduzida pelas autoridades angolanas, reconhecendo o impacto na comunidade.
Organizações missionárias destacaram o apoio contínuo às crianças e às equipes envolvidas. A SIM USA confirmou que manterá suporte financeiro e psicológico, enquanto líderes religiosos enfatizaram a necessidade de acolhimento diante da tragédia.
Entre na conversa da comunidade