- O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse que o Exército está preparado para cumprir o que o presidente Donald Trump decidir sobre o Irã, para evitar que Teerã obtenha capacidade nuclear.
- Hegseth fez o comentário durante uma reunião de gabinete na Casa Branca, ao ser questionado sobre a situação.
- Trump está revisando opções, mas ainda não decidiu se irá atacar o Irã.
- As tensões entre EUA e Irã aumentaram após a repressão a protestos no Irã nas últimas semanas.
- Trump disse que os EUA atuariam se Teerã retomar o programa nuclear após ataques aéreos de junho, realizados por forças israelenses e americanas em instalações nucleares.
O ministro da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou nesta quinta-feira que as Forças Armadas estarão prontas para executar o que o presidente Donald Trump definir em relação ao Irã, para impedir que Teerã obtenha capacidade nuclear. A declaração ocorreu durante uma reunião de gabinete na Casa Branca, em Washington, com uma grande presença militar no Oriente Médio.
Hegseth indicou que as forças estão preparadas para cumprir as ordens do presidente, mesmo com a administração ainda avaliando opções. A mensagem foi proferida após perguntas sobre a situação na região e o papel das instituições militares no eventual desfecho.
As tensões entre EUA e Irã aumentaram após reiteradas asmáticas de intervenção de Trump caso Teerã volte a atuar contra civis ou programe nuclear. O governo americano informou que Trump está revisando possibilidades, mas ainda não decidiu por um ataque.
Desde o início do atual ciclo de protestos no Irã, o governo americano vem monitorando a situação, com relatos de brutal repressão às manifestações. As manifestações vinham chamando a atenção para questões econômicas e políticas no país, mas teriam recuado nos últimos dias.
O contexto inclui lembrança de ataques a instalações nucleares no Irã em junho, realizados por forças israelenses e americanas, que surgem como referência de ações anteriores caso haja retomada de programa nuclear. Autoridades norte-americanas destacam que qualquer decisão dependerá de avaliação de risco e de objetivos estratégicos.
Entre na conversa da comunidade