- Allan dos Santos afirma que o STF derrubou o segundo canal da Timeline no YouTube, que fica indisponível apenas no Brasil.
- A Timeline informou aos seguidores no X a remoção, ressaltando que o canal tinha mais de 420 mil inscritos.
- Em entrevista, o jornalista disse que a censura era esperada por criticar o STF e citou um documentário sobre Alexandre de Moraes.
- No YouTube, o canal “Conversa Timeline” aparece como não disponível, mas os vídeos publicados até quinta-feira ainda estão acessíveis.
- Allan anunciou a reativação de seu canal pessoal no YouTube após cinco anos de bloqueio, com retorno autorizado pelo YouTube dos Estados Unidos, ainda sem inscritos e sem vídeos.
O jornalista Allan dos Santos informou nesta quinta-feira 5 que o STF derrubou o segundo canal da Timeline no YouTube. O canal fazia parte da Revista Timeline e tinha mais de 420 mil inscritos. A medida, segundo ele, deixa o conteúdo disponível apenas fora do Brasil.
A Timeline comunicou aos seguidores no X sobre a remoção, com a mensagem de que o STF derrubou o canal, que permanece acessível apenas para audiência internacional. O feed do canal Conversa Timeline ficou indisponível para visualização no YouTube no Brasil.
O jornalista afirmou à imprensa que a censura era previsível devido à crítica feita ao STF e a seus ministros em um documentário. Afirmou ainda que a plataforma não divulgou os motivos da decisão.
Reativação do canal pessoal
Nesta sexta-feira 6, Allan dos Santos anunciou a reativação de seu canal pessoal no YouTube, após cinco anos de bloqueio. Alega ter obtido aprovação do YouTube dos EUA ao solicitar a revisão do caso.
O relato sugere que o canal retornou ao ar sem inscritos e sem vídeos, mantendo apenas o histórico de 2021. O jornalista indicou que pretende acompanhar a resposta da plataforma em relação a outros projetos, como o Terça Livre.
No X, outros membros da equipe da Timeline disseram estar buscando entender o que ocorreu e quais medidas tomar a seguir. A Gazeta do Povo entrou em contato com o YouTube, com o STF e com a defesa de Allan dos Santos, sem retorno até o momento.
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