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Empresas trocam cestas por cartões de benefícios por economia e flexibilidade

Substituição de cestas por cartões de benefícios avança no Brasil; 93% dos trabalhadores preferem bônus flexível, alinhando eficiência operacional e ESG

Cinco motivos levam empresas a trocar cestas por cartões de benefícios
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  • A substituição das cestas de Natal por cartões de benefícios vem ganhando espaço entre empresas brasileiras, acompanhando a digitalização e a busca por mais eficiência no fim do ano.
  • Dados da Viasoft Pay mostram crescimento entre 2023 e 2024: 30% no valor total e 21% no número de usuários.
  • Um estudo com empresas de diversos portes aponta que 93% dos trabalhadores preferem bônus flexível em vez da cesta física.
  • Os cartões de benefícios eliminam etapas de recebimento, armazenamento e distribuição, reduzem custos operacionais e desperdício, além de diminuir riscos de perdas.
  • Casos como a Cresol, com atuação em 19 estados e mais de 11 mil funcionários, demonstram adoção consolidada e integração do benefício ao calendário interno.

A substituição das cestas de Natal por cartões de benefícios avança no setor corporativo brasileiro, acompanhando a digitalização de processos e a busca por simplificar o encerramento do ano. Dados da Viasoft Pay indicam elevação de uso e valor nesses benefícios.

Entre 2023 e 2024, a procura por cartões de benefícios cresceu 30% em valor e 21% no número de usuários. Estudos com empresas de diferentes portes mostram que 93% dos trabalhadores preferem bônus flexível a cestas físicas.

Para o CEO da Viasoft Pay, Alexandre Worliczeck Neto, a mudança já reflete a expectativa de menos custos operacionais e mais autonomia aos funcionários, sem aumentar a complexidade de gestão.

Os cartões de benefícios permitem uso em uma ampla rede de estabelecimentos, como supermercados, restaurantes, farmácias e compras online. O crédito pode ser direcionado conforme a preferência de cada colaborador.

Essa flexibilidade elimina etapas como recebimento, armazenamento e distribuição de produtos físicos e reduz o desperdício típico de cestas padronizadas. O modelo também aponta para menor risco de perdas.

Para os RHs, a adoção traz ganho operacional, especialmente no fim de ano, com menos logística, transporte e refrigeração. A gestão passa a concentrar-se no carregamento digital dos valores.

Economicamente, o cartão reduz despesas com aquisição, transporte e armazenamento de itens. O valor é utilizado integralmente pelo funcionário, sem sobras ou descarte.

A experiência do colaborador pesa na decisão. Empresas que adotaram o modelo relatam maior satisfação, com benefício útil e alinhado às necessidades individuais.

Sustentabilidade também é fator relevante. A digitalização reduz resíduos, embalagens e deslocamentos, fortalecendo políticas ESG e a imagem de marca empregadora.

A Cresol, cooperativa financeira presente em 19 estados e com mais de 11 mil funcionários, já adotava o modelo há mais de cinco anos. A mudança foi incorporada à cultura interna.

Segundo a área de Gente e Gestão, a adoção trouxe maior adesão interna e simplificação do fim de ano. A diretoria afirma que o benefício passou a fazer parte do calendário anual.

O movimento reflete uma tendência mais ampla no mercado: reconhecimento, eficiência operacional e liberdade de escolha passam a guiar decisões que antes eram pautadas pela tradição.

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