O presidente da Argentina, Javier Milei, pediu desculpas ao papa Francisco por críticas que fez no passado durante um encontro em Roma em fevereiro de 2024. Milei havia chamado o papa de “representante do maligno” e, em resposta, Francisco disse que as declarações eram “erros de juventude”. Após a morte do papa em 21 de abril de 2025, Milei expressou suas condolências e destacou a importância de Francisco para a Argentina, afirmando que era uma grande perda para os argentinos. O presidente, que tem uma visão ultraliberal, criticou as posições sociais de Francisco, especialmente sua defesa de um papel ativo do Estado, e já o chamou de “imbecil”. Apesar das tensões, Milei havia convidado Francisco a visitar a Argentina, mas o convite não foi aceito. O encontro entre os dois ocorreu na Basílica de São Pedro, após uma missa de canonização, e Francisco, que viveu na Argentina por setenta e seis anos, disse que não tinha intenção de voltar ao país.
O presidente da Argentina, Javier Milei, pediu desculpas ao papa Francisco por críticas passadas durante um encontro em Roma, em fevereiro de 2024. Milei, que havia chamado o pontífice de “representante do maligno”, recebeu do papa a resposta de que suas declarações eram “erros de juventude”.
As críticas de Milei ganharam destaque novamente após a morte do papa, ocorrida em 21 de abril de 2025. Durante o funeral, o presidente expressou suas condolências e elogiou a importância de Francisco para a Argentina. “É uma perda enorme para os argentinos”, afirmou Milei, que também lamentou a ausência do papa em seu país natal.
Milei, que tem uma visão ultraliberal, frequentemente criticou as posições sociais de Francisco, especialmente sua defesa de um papel ativo do Estado. Em declarações anteriores, o presidente chamou o papa de “imbecil” e questionou sua afinidade com “comunistas assassinos”. Apesar das tensões, Milei havia convidado Francisco a visitar a Argentina, mas o convite não foi aceito.
O encontro entre Milei e Francisco ocorreu na Basílica de São Pedro, após uma missa de canonização. O papa, que viveu na Argentina por setenta e seis anos, expressou em entrevistas que não tinha intenção de retornar ao país.
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