Sergio Moro é um forte candidato nas pesquisas para o governo do Paraná, o que preocupa o PT e a esquerda local, que buscam formas de enfrentá-lo. O PT não planeja lançar um candidato próprio, pois não vê opções fortes o suficiente e está buscando um aliado, como o PSB. No segundo turno, a esquerda pode apoiar um candidato do governador Ratinho Júnior contra Moro. Ratinho, que não se dá bem com Moro, pode lançar o vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins, para a disputa em 2026, mas isso já gera desconforto entre seus aliados, que preferem um candidato mais próximo a ele. Nomes como Guto Silva, Rafael Greca e Alexandre Curi estão sendo considerados. Enquanto isso, Moro tenta unir o PL à sua aliança, defendendo a anistia e participando de eventos com Jair Bolsonaro para fortalecer sua estratégia de atrair partidos do centrão.
Preocupados com o favoritismo de Sergio Moro nas pesquisas para o governo do Paraná, petistas e líderes da esquerda local buscam estratégias para enfrentá-lo. O foco é encontrar um candidato que possa barrar o ex-juiz da Lava-Jato na disputa pelo Palácio Iguaçu.
O Partido dos Trabalhadores (PT) não pretende lançar um nome próprio, pois não vê opções com força política suficiente. A estratégia atual é buscar um candidato de um partido aliado, como o Partido Socialista Brasileiro (PSB). No segundo turno, a esquerda pode até apoiar um candidato do governador Ratinho Júnior (PSD) contra Moro.
Ratinho Júnior, que não mantém boa relação com Moro, pode lançar o vice-prefeito de Curitiba, Paulo Martins (PL), para a disputa em 2026. No entanto, essa movimentação já causa incômodo entre seus aliados, que preferem que o governador escolha um candidato próximo a ele. Os nomes cogitados incluem o secretário das Cidades, Guto Silva, o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, e o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi.
Enquanto isso, Moro tenta atrair o PL para sua aliança, promovendo a bandeira da anistia. Ele participou de um ato na Avenida Paulista convocado por Jair Bolsonaro em abril, reforçando sua estratégia de unir partidos do centrão, como o Progressistas (PP) e o União Brasil.
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